Diário da Região

16/05/2018 - 12h58min

HISTÓRIA

Cagnes-Sur-Mer é a cidade inspiração para vários artistas

Numerosos artistas residiram e trabalharam em Cagnes-sur-Mer, apelidada até à década de 1960 a "Montmartre da Côte dAzur"

Arquivo pessoal Paisagem de Cagnes-Sur-Mer
Paisagem de Cagnes-Sur-Mer

De Alba fomos para Cagnes-Sur-Mer, uma cidadezinha com uma praia de 5 km, ao lado de Nice, a fim de conhecer a casa do pintor Renoir (https://www.youtube.com/watch?v=xZYCuRxHkIk) assim como a cidade de Eze (https://www.youtube.com/watch?v=cSTgBSHsMzY), ambos ali bem perto.

Uma das atrações de Cagnes é o castelo-museu Grimaldi que fica no topo de um morro. Ele foi adquirido pelo município em 1939 e transformado em museu em 1946.

O castelo abriga um museu etnográfico da oliveira e a doação Suzy Solidor, que compreende quarenta retratos da cantora reproduzidos por grandes nomes da pintura dos inícios do século XX. Existe ainda neste castelo, um museu de arte mediterrânea. Todos os verões, o castelo propõe igualmente exposições temporárias no quadro do seu Festival Internacional de Pintura.

Numerosos artistas, como Pierre-Auguste Renoir, Chaïm Soutine, Raoul Dufy, Léonard-Tsuguharu Foujita, Victor Vasarely, Moïse Kisling, Yves Brayer, Mouloudji, Georges Simenon, George Ulmer residiram e trabalharam em Cagnes-sur-Mer, apelidada até à década de 1960 a "Montmartre da Côte d’Azur".

A cidade de Cagnes-Sur_Mer fica à beira mar e parece ofuscada pela deslumbrante Nice, onde já estive duas vezes.

A visita à casa onde Renoir viveu seus últimos dias de vida foi interessante, pois conhecemos suas acomodações e o jardim por onde passeou o artista. No entanto, o acervo é bem pequeno e não sei se vale a visita.

O domínio Renoir foi adquirido pelo pintor em 1903, no bairro Des Collettes, onde viveu até a sua morte 1919. Hoje foi transformada num museu, e o seu dono proporciona a visita ao ateliê de pintura, quadros do período de 1889 a 1919, esculturas, litografias e estudos preparatórios.

Neste mesmo local foi rodado o filme sobre os últimos dias do pintor, suas musas e sua dificuldade de pintar na idade avançada, devido aos fatos de suas mãos serem atacadas por artrose, chegando a ponto dele ter de amarrar os pincéis à própria mão.

A casa tem um jardim enorme, com esculturas e árvores, e conta inclusive com fotografias de seus quadros feitos justamente nesta paisagem. Isto é interessante.

No dia seguinte fomos visitar a cidade de Eze, que justificou tal parada, por sua graciosidade!

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