Diário da Região

08/05/2018 - 16h52min

TOUR DE VINHO ITALIANO

Saiba mais sobre o evento vínico Gambero Rosso

O evento ofereceu uma degustação de muitos vinhos, de 42 produtores, o que há de melhor de norte à sul da Itália

Divulgação/Arquivo pessoal Vinhos da região da Toscana
Vinhos da região da Toscana

O importante evento vínico do Gambero Rosso é um tour de vinho italiano que passa pelos países: Alemanha, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Dubai, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Russia, Suíça e Tailândia. Em São Paulo, ele ocorreu em 5/4/2018. O evento ofereceu uma degustação de muitos vinhos, de 42 produtores, o que há de melhor de norte à sul da Itália.

A partir de 2007, o Top Italian Wines Roadshow passou a ser uma plataforma estratégica bem consolidada para penetrar nos mercados emergentes e colher novas oportunidades de negócios.

A oferta enológica italiana é tão rica que, frequentemente desorienta os consumidores internacionais. E é por isso que a seleção do Gambero Rosso representa uma garantia na orientação do consumidor de vinhos italianos.

O ponto de partida da seleção do Gambero Rosso é o rígido critério de qualidade do Guida Vini d’Italia que todos os anos analisa mais de 40 mil vinhos.

Ao participar do mesmo evento em 2014, notei que os vinhos toscanos predominavam. Em 2016, os produtores que ali estavam representados eram do norte ao sul da Itália., ou seja, inclusive de regiões menos conhecidas pelos brasileiros. Ainda hoje é assim.

O evento foi bem organizado. As mesas dos vinhos estavam espalhadas num grande salão do hotel Unique. Na maioria das vezes, os produtores estavam presentes, bem como os importadores, quando havia. Vários produtores estavam procurando por importadores no Brasil.

Na maioria das apresentações, os vinhos tintos eram de safras recentes e nós podemos imaginar como seriam maravilhosos ao serem abertos com a idade adequada.

Dentre os vinhos que provei posso citar:

O Amarone 2013 da Allegrini que estava bem evoluído. Os vinhos da Alegrini estão sendo importados agora pela Gran Cru. Visitei a vinícola em 2011 e publiquei um artigo sobre eles https://vinhoprazer.blogspot.com.br/2011/11/viagem-2011-europa-vinicola-alegrini.html.

Como sou um apreciador dos Amarones, curti também os vinhos da Masi: Vaio Armaron Serègo Alighiei 2011 e o já conhecido Costasera 2012. Visitei a vinícola em 2011 e publiquei um artigo no meu Blog: https://vinhoprazer.blogspot.com.br/2014/08/visita-cantina-masi-italia.html.

Bons espumantes da Franciacorta e Prossecos estavam presentes, bem melhores que aqueles mais baratos encontrados aqui no Brasil. Teve destaque o Lo Spaviere Cune No 1, importado pela Tahaa por R$ 180. Da mesma região, da importadora Bellavista, o Brut Gran Cuvée Alma também estava excelente. Aliás, a região do Franciacorta produz excelentes espumantes!

A Ferrari também estava presente, neste evento com seus deliciosos espumantes. Visitei a vinícola em 2014 e publiquei um artigo sobre ela no meu blog: https://vinhoprazer.blogspot.com.br/2014/07/espetacular-vinicola-de-espumantes.html.

Da região da Toscana, um dos vinhos que se destacaram foi o Chianti Cl. Primocolle Villa Cerna 2015, da Família Cecchi, que ganhou a nota 3 Biccheri. Ele é importado pela La Pastina.

Da Toscana, região litorânea de grandes supertoscanos, veio o Poggio al Tesoro, com seus excelentes vinhos, como o seu premiado Mediterra. Como ele é do grupo Allegrini também está sendo importado pela Gran Cru.

Da Campania, a Azienda Agricola San Salvatore trouxe um Falanghina 2016, que estava divino e ainda não tem importador no Brasil.

Da Puglia, também importado pela La Pastina, se destacou o vinho da Torrevento, o Ottagono Reserva 2014, da cepa Nero de Troia. Recebeu o prêmio 3 Biccheri.

Um vinho branco que chamou minha atenção foi o siciliano Ficiligno da vinícola Baglio di Pianetto, importado pela Thaa por R$125,90.

A Sardenha também esteve presente com a Vigne Surrau e seus agradáveis vinhos, como o Vermentino di Gallura Sua Sciala 2016, importado pela Puro Vino, por R$ 90.

Este encontro foi muito interessante, pois nele tive a oportunidade de provar algumas cepas autóctones da Itália, pouco conhecidas.

Entre elas, está o caso do vinho branco Braide Ale 2015 (Ganhou 3 Biccheri). Vinho do Friulli com as cepas: Picolit e Moscato gialo, (além das Chardonnay e Sauvignon).

Em outros vinhos tintos, algumas cepas utilizadas foram: Massareta, Albardas, Ciliegiolo e Polera Nera. Gostei destes vinhos também!

O serviço do evento estava perfeito e o buffet bem gostoso!

Agradeço à Cristina Neves pelo convite e parabenizo-a pelo belo evento, que sempre nos traz diversas novidades das vinícolas da Itália.

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