Diário da Região

15/05/2018 - 22h22min

MERCADO FINANCEIRO

Dólar tem nova máxima no ano, a R$ 3,66

Bolsa paulista termina o dia em queda de 0,12%, a 85.130,41 pontos

Mais uma vez os negócios com o câmbio foram marcados pela alta volatilidade. No intraday desta terça-feira, 15, o dólar oscilou entre a mínima de R$ 3,6432 ( 0,45%) e a máxima de R$ 3,6938 ( 1,85%) - e acabou fechando quase no meio do caminho, com valorização de 0,99%, cotado a R$ 3,6627. Nesse valor, continua na maior cotação desde 7 de abril de 2016. O giro no segmento à vista foi forte, de US$ 1,3 bilhão Perto das 17h15, o dólar para junho subia 1,07%, a R$ 3,6753, com cerca de US$ 25 bilhões negociados, giro também mais forte que dos últimos dias.

O dólar bateu a máxima pela manhã, por conta da alta já acelerada dos treasuries americanos. Pouco depois das 14 horas, a alta foi se estagnando, apesar de a T-Note de 10 anos ter voltado a renovar máximas.

Segundo um especialista, o fato de o dólar ter segurado a valorização aqui apesar das máximas da T-Note é um bom sinal. Confirmada a cotação nesse fechamento, nesse dia mais nervoso, o sinal é que, nesses níveis mais próximos dos R$ 3,70, o dólar atrai fluxo vendedor, particularmente de exportadores. "A verdade é que quem tentar entender o comportamento do câmbio por aqui minuto a minuto vai ficar maluco", resumiu um operador.

Ibovespa

O cenário externo desfavorável para os ativos de risco levou o Índice Bovespa a operar em terreno negativo durante todo o pregão desta terça-feira, 15, e terminar o dia aos 85.130,41 pontos, com queda de 0,12%. Mais uma vez, a desvalorização teria sido maior não fosse o desempenho positivo das ações da Petrobras, que acumulam ganhos de até 25% nesta primeira quinzena de em maio. Os negócios somaram R$ 14 bilhões

O aumento das apostas de um aperto monetário mais forte nos Estados Unidos voltou a permear os negócios em todo o mundo, trazendo efeitos colaterais importantes, como o persistente fortalecimento do dólar.

No cenário interno, investidores não encontram motivos para incentivar compras que levem o Ibovespa para além dos 87 mil pontos, uma vez que os indicadores econômicos seguem fracos e o quadro eleitoral, desfavorável. Na mínima do dia, acompanhando as perdas das bolsas de Nova York, o índice chegou aos 83.829,78 pontos (-1,65%).

 

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