Diário da Região

17/05/2018 - 00h30min

Ao assassino de Kelly

Justiça vai ouvir moças que negaram carona

Primeira audiência teve cinco horas de duração e o principal suspeito voltou a falar que tem mais gente envolvida no assassinato da jovem de Rio Preto.

Colaboração Fernanda Montalvão Jonathan Pereira do Prado, autor do crime, na chegada ao Fórum de Frutal
Jonathan Pereira do Prado, autor do crime, na chegada ao Fórum de Frutal

O juiz criminal da Comarca de Frutal, Gustavo Moreira, vai aguardar o depoimento de mais duas testemunhas para depois decidir a sentença dos acusados da morte da jovem Kelly Cristina Cadamuro. Nesta quarta-feira, 16, foram ouvidas sete pessoas, além dos três réus, nas cinco horas de duração da primeira audiência sobre o caso.

Kelly foi assassinada em 1º de novembro do ano passado por Jonathan Pereira do Prado, que tinha fugido na saída temporária de junho do ano passado do CPP de Rio Preto. A vítima deu carona para o acusado numa viagem de Rio Preto para Itapagipe (MG), cidade onde morava o namorado dela. Daniel Teodoro da Silva e Wander Luís Cunha também participam do julgamento, processados por receptação.

De acordo com o Ministério Público, Jonathan entrou em um grupo de carona de Rio Preto e Itapagipe, no WhatsApp, com objetivo de escolher uma vítima para roubar o carro. Antes de Kelly aceitar o pedido de carona, duas jovens recusaram. O juiz vai aguardar os depoimentos dessas jovens para dar andamento ao processo.

Para o promotor de Justiça do caso, Fabrício Costa Lopo, a audiência serviu para confirmar a tese da acusação de que Jonathan cometeu sozinho os crimes de latrocínio, estupro, ocultação de cadáver e fraude processual.

"O Jonathan buscava uma vítima do sexo feminino para subtrair bens e praticar um crime sexual. Por uma infelicidade, a Kelly caiu na armadilha dele. Não há prova de que terceira pessoa tenha ajudado ele no crime. Mas hoje, com um propósito de se desvencilhar da acusação de crime sexual, ele negou parte dos fatos que ele tinha confessado e buscou introduzir uma quarta pessoa no crime, mas não há qualquer prova", afirma o promotor.

Para o advogado da família de Kelly, Jorge Argemiro, que atuou como assistente de acusação, o apontamento deve ser considerado. "Sempre falamos na participação de uma quarta pessoa no crime, o que foi confirmado por Jonathan. Acredito que este novo fato tem de ser investigado."

(Colaborou Fernanda Montalvão)

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