Diário da Região

16/04/2018 - 23h42min

Cartas do Leitor

Famerp

Tenho orgulho da Famerp como rio-pretense. São José do Rio Preto sempre colheu grandes frutos por conta do curso de Medicina, não apenas na saúde, mas em toda a economia, diante do impacto positivo que uma faculdade de medicina produz onde ela está inserida. Com o desenvolvimento da Faculdade de Medicina de Rio Preto, nosso município desenvolveu-se para um dos maiores centros de referência em Medicina do País e da América Latina, ampliando sua estrutura da rede com ambulatórios de especialidade e o atendimento de alta complexidade, fazendo de São José do Rio Preto como Município polo na regionalização do atendimento à saúde.

A Faculdade de Medicina de Rio Preto nasceu com pessoas envolvidas com a Educação e a Medicina, buscando sempre sua capacitação e internacionalização. Os benefícios à comunidade em função da presença da Faculdade de Medicina podem ser percebidos pelo desenvolvimento de projetos de extensão que humanizam e qualificam os atendimentos médicos em diferentes espaços. A integração com diferentes cursos de graduação e pós graduação que interligam as diversas áreas da Saúde com Excelência. Parabéns a todos.

Eber Paulo Cruz, Rio Preto.

Ibilce

Há 50 anos começava a funcionar em Rio Preto o curso de licenciatura em Matemática da nossa velha e querida Fafi, à época instituto isolado de ensino superior do Estado de São Paulo, e, desde 1976, com o advento da Unesp, transformado no atual Ibilce. A criação do curso, graças à visionária iniciativa do professor Michel Sawaya, então diretor da Fafi, e do professor Celso Volpe, vice-diretor, trouxe admirável e oportuno impulso à qualidade do ensino da disciplina de Matemática, administrado nas escolas de educação básica de Rio de Preto e de inúmeros municípios localizados num raio de 200 ou mais quilômetros.

Considero-me privilegiado por ter conseguido fazer parte do grupo dos jovens idealistas que naquele longínquo ano de 1968 se matricularam na primeira turma do curso. E não apenas pela esmerada formação profissional que eu e meus colegas recebemos, mas, também, pelo fato de ser egresso de uma instituição como o Ibilce, nacionalmente reconhecido como um centro de ensino e pesquisa de excelência em Matemática, em consonância com a própria Unesp, uma das mais importantes universidades da América Latina.

Neste próximo sábado, 21 de abril, cerca de 30 ex-alunos daquela primeira turma, aposentados por diferentes áreas de atuação, a maioria,porém, como profissionais do magistério, promoverão um almoço de confraternização em clima de positiva ansiedade e grande expectativa.

Eurípides Alves da Silva, Rio Preto.

Zona Norte

De há muito tempo se observa que todos os políticos têm uma preocupação enorme em contemplar melhorias para a zona norte da cidade, por considerarem aquela região uma cidade à parte de São José do Rio Preto, digamos, uma Rio Preto do Norte. O interesse eleitoreiro na região leva todos os administradores a deixar de lado o resto da cidade.

Está no Diário deste sábado que R$ 28 milhões estão em licitação para um complexo de viadutos para a zona norte. Para melhorar acessos e trânsito em diversos locais por aquelas bandas.

Evidentemente aquela região deve ter o respeito e consideração da politicagem bem como receber cada vez mais melhorias em infra-estrutura e condições de vida. O que não pode é o descaso com o resto da cidade, exceto com o demasiado zelo no entorno dos condomínios de luxo, sempre com excelente pavimentação, sinalizações de acordo com as normas técnicas, meio ambiente e etc.

Uma das regiões mais maltratadas pela atual administração é a da pós-rua Independência. Há quanto tempo se pede para melhorar o trânsito na avenida Potirendaba? O que fizeram foi uma tentativa de se nivelar o asfalto com as calçadas, mas a mobilidade, que é um desastre, foi deixada de lado. Pavimentar metade da avenida Getúlio Vargas foi um deboche, um escárnio perante os habitantes da região. O mato do Linhão (avenida Benedito Rodrigues Lisboa) cresce até o limite do insuportável para que a administração enrede um arremedo de limpeza. Entendo que quem administra uma cidade deve enxergá-la como um todo, e não virar os olhos para um lado só.

Wéliton de Oliveira, Rio Preto.

Correios

As correspondências que os carteiros estão entregando nas residências continuam chegando bem depois dos vencimentos. Acho que para resolver isso, só uma demissão em massa e contratar novos funcionários. Já tem uns sete meses que estamos indo atrás das nossas contas por causa desses atrasos.

Eu não gosto de fazer pagamentos atrasados, mas para isso tanto eu como muitas pessoas responsáveis têm que se deslocar até bancos, lojas ou repartições publicas para retirar a segunda via para poder pagar sem multa, isso quando dá para ir atrás. Por que é que estão chegando atrasadas?

Isso já virou uma palhaçada. É o Correio que vai ressarcir os juros e multas que estamos pagando pelo atraso nas entregas das correspondências?

Nelwil Barbosa Dantas, Rio Preto.

Ódio

Plantar o ódio é repetir à exaustão fatos verdadeiros ou não sobre um povo uma raça ou uma pessoa. Assim como os nazistas incutiram nos arianos o asco aos judeus e ciganos, os fascistas pregavam a destruição de qualquer pensamento diferente dos deles, e os europeus difundiram o conceito absurdo de serem superiores aos africanos e asiáticos.

Método desumano que tem sido usado na política para destruir reputações: Nelson Mandela, ídolo responsável pelo fim da segregação oficializada na Africa do Sul e ex-presidente do Partido Comunista Sulafricano, foi vítima de violenta acusação de corrupção quando, em 1999, comprou 28 aviões BAE/SAAB 39 da Suécia. Na Índia, a mesma política acusou Gandhi de desviar recursos para influenciar um jornal; e tem ainda a repugnante estória que tentou impregnar de ódio a memória da ativista/vereadora Marielle Franco.

Essa prática usada pela direita raivosa encontra eco em pessoas que, talvez motivadas por uma autoanálise em terreno onde constatam que os fins justificam os meios, é fomentada pela imprensa que mantém o fogo vivo repetindo o tempo todo supostos malfeitos; e tem a explosão da labarda incendiária quando de uma espetaculosa ação intensamente explorada pela televisão.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto.

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