Diário da Região

10/04/2018 - 00h30min

Cartas do Leitor

Sérgio Moro

O respeitado e por vezes até idolatrado juiz Sérgio Moro, ao expedir o mandado de prisão do ex-presidente Lula, simplesmente ignorou o artigo 5º da Constituição Federal que diz que todos são iguais perante a lei, concedendo ao mesmo inúmeros privilégios e mordomias. Se isso não bastasse, o condenado em questão simplesmente ignorou o prazo concedido para sua apresentação voluntária à Polícia Federal, preferindo refugiar-se na sede do Sindicato dos Metalúrgicos rodeado de comparsas em uma clara demonstração de afronta à autoridade judiciária.

Promoveu então no local um espetáculo grotesco e deprimente. Um churrasco regado a cachaça e discursos mentirosos, inconsistentes e hipócritas, visando exclusivamente sua autopromoção e, pior que isso, visando ludibriar os incautos, transformando o maior corrupto da história desse país em vítima.

O nosso superior tribunal de justiça é um verdadeiro circo de horrores, que não transmite a mínima credibilidade. E assim caminha o nosso "país do faz de conta", motivo de piadas e chacotas em qualquer país minimamente sério do mundo.

Porém, nos resta a esperança que um dia nossa amada pátria se torne um país sério, livre dos saqueadores e corruptos definitivamente. E que a prisão do ex-presidente abra as portas para que diversos políticos corruptos que nadam tranquilamente no mar da impunidade tenham também o destino que merecem. E que um dia possamos nos orgulhar de viver em um país sério, progressista e definitivamente livre desses corruptos que parasitam nossa nação.

Sérgio Ricardo Medeiros Degásperi, Rio Preto.

Lula

Os seguidores do Lula (PT) tais como MST, CUT etc, transformaram o ato da entrega dele à Polícia Federal num autêntico "velório de pessoa viva". Foi um festival de besteirol, estupidez, comícios, blá-blá-blá sem fim que contou até com churrascada etc, culminando com a Dilma lendo a Oração de Francisco de Assis.

De forma hilária se não fosse trágica ouvir da boca de uma pessoa descrente de Deus a leitura de uma criação de de um frade cristão. Toda essa orquestração foi articulada e engendrada pelos seguidores desse ex-líder dos pseudodemocratas. Porém, há que se respeitar o direito de cada um numa República que ainda prega e garante o direito de ir e vir de cada cidadão, desconhecido por eles.

Causa estranheza a estratégia dessa gente, em vários pronunciamentos de líderes e advogados, referindo-se ao Poder Judiciário de forma ofensiva, anti-ética e grosseira. Muito estranha essa falta de habilidade, mas, enfim, cada qual no seu quadrado, cujas consequências poderão ser cada vez mais prejudiciais ao condenado.

Armelindo Pestile, Tanabi.

Tributos

Todo cidadão brasileiro sofre os impactos da carga tributária. O fato de vários impostos atribuídos e a falta de retorno causam decepção. Muitas vezes levando à sonegação, porque não é revertido de uma forma exemplar, mormente no que tange à saúde pública que ainda deixa muito a desejar por não existir meios que possam dinamizar este quadro de uma maneira mais objetiva e agilizada.

Importante destacar que no Brasil a carga tributária é medida pela arrecadação efetiva, ou seja, não havendo uma receita favorável, a carga se torna mais ofensiva ao bolso do contribuinte, haja vista a aplicação de outros aumentos que se verificam em impostos, para que as arrecadações se tornem mais eficientes aos cofres públicos.

Segundo estudos do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), no segundo semestre de 2017, se compararmos esse percentual à carga de outros países, podemos notar que a nossa, apesar dos pesares, não é a mais alta do mundo.

Assim, por exemplo, a Suécia tem uma carga tributária de 50,4%, enquanto a França e a Bélgica, 41,3 e 44,1%, respectivamente.

O problema da diferença da carga entre o Brasil e esses países que enumeramos não serve de base, tanto é que o valor aquisitivo, tanto dos belgas quanto dos franceses, não serve de parâmetro, comparado ao salário de um trabalhador brasileiro, aquele que luta de sol a sol para o sustento próprio e da família. O nível salarial dos dois países, com certeza, acreditamos ser maior que o do trabalhador de nosso país, portanto, suportam o peso da referida carga.

Alessio Canonice, Ibirá.

Televisão

O neoliberalismo mantém todas a redes de TV do Brasil que, lideradas pela Globo, manobra o povo para somente uma opinião sobre tudo. As TVs escolhem os heróis e os marginais que devemos amar ou desprezar, e se o presidente dos Estados Unidos age certo ou errado.

O que é politicamente correto? Qual deve ser o comportamento social e sexual os jovens? A democracia exige pluralidade de conceitos. O monopólio das informações e dos editoriais foi a arma dos nazistas e dos fascistas. Por isso precisamos de mais canais de TV. A unanimidade de ideias é e sempre foi prenúncio de tragédia.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto.

Incertezas

A infidelidade à Aliança proposta por Deus a Abraão, e realizada plenamente em Jesus Cristo, continua acontecendo. As desconstruções da pessoa humana abafam as riquezas da vida divina nas realidades concretas. As consequências são quase normalmente marcadas por insegurança e sofrimento. Mas não é esse o caminho que proporciona realização e conforto para a vida humana.

Diante das incertezas, o ser humano se desestabiliza, se angustia e se perde nas dúvidas. Nesse contexto as pessoas ficam intolerantes, muito preconceituosas e perdem a capacidade de se autorealizar. Mais ainda em ano eleitoral, porque as dúvidas e incertezas se avolumam tomam conta do nosso imaginário. Ficamos incapacitados para emitir uma decisão com responsabilidade.

Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba, ex-bispo de Rio Preto.

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