Diário da Região

26/04/2018 - 22h14min

Proteja-se

Tornar 'Legal' nem sempre é legal

Não há que ser falar em legalização do uso da maconha se a venda continua a ser considerada crime, ou seja, liberar o uso e proibir a venda seria totalmente desconexo.

Essa discussão envolve questões de ordem econômica, de saúde pública, além de aspectos morais e socioculturais. A luta deveria ser para evitar que as pessoas se tornassem dependentes e certamente isso não será possível liberando o uso.

Infelizmente a lição que fica é a de que as pessoas vão às ruas exigirem o direito de se drogar, porém não vão às ruas para exigir melhores condições de vida, seja na saúde, no trabalho, ou educação de melhor qualidade, ou ainda exigir o fim da corrupção e a punição dos corruptos.

A Lei Federal nº 11.343, de 23 de agosto de 2.006, prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas, bem como estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas e define crimes. Estabelece ainda várias ações a serem adotadas para orientação e prevenção do uso indevido de drogas, entretanto, essa lei, como tantas outras, foi elaborada pelo governo federal, determinando medidas a serem adotadas nas esferas estaduais e municipais, o que fez com que, após quase 12 anos de sua promulgação, não tenha sido efetivamente implantado o sistema de combate às drogas.

A maconha é classificada como uma droga perturbadora do sistema nervoso central. É um alucinógeno que não possui qualquer utilidade clínica e provoca o funcionamento anormal do cérebro, com alto potencial de abuso e dependência. Assim, o tratamento para os dependentes passa por um processo mais complexo, envolvendo familiares e entidades de apoio.

O tabaco e álcool, consideradas drogas lícitas, são a principal causa de mortes passíveis de prevenção no mundo.

As entidades e as pessoas que defendem a legalização do uso dessa droga deveriam empenhar-se em ações que evitassem com que os jovens e adolescentes se tornassem dependentes, e não lutar para que os usuários deixem de ser considerados criminosos. São os usuários que, dizendo-se preocupados com os dependentes, encampam essa empreitada, porém não demonstram nenhuma preocupação em relação ao estrago que as drogas provocam no dependente, na sua família e na própria sociedade como um todo.

Fale com o Comandante

cpi5p5@policiamilitar.sp.gov.br

Dúvidas, críticas, solicitações ou sugestões podem ser encaminhadas ao e-mail acima. Por meio de sua assessoria, o Comandante do Policiamento do Interior responderá nesta coluna ou diretamente ao leitor.

A coluna Proteja-se! é coordenada pelo setor de Relações Públicas do CPI-5 e publicada toda sexta-feira no Diário da Região.

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