Diário da Região

20/04/2018 - 16h08min

ENTENDA AS DIFERENÇAS

Você sabe a diferença entre desabafar e fazer psicoterapia?

Essa semana o Consultório Sentimental responde uma dúvida frequente, expressa não por uma, mas por várias pessoas

Pixabay Entenda essa dúvida frequente entre desabafar e fazer psicoterapia
Entenda essa dúvida frequente entre desabafar e fazer psicoterapia

Qual a diferença entre desabafar e fazer psicoterapia? Para quê pagar por conselhos se eu tenho amigos para contar meus problemas?

Esta dúvida eu já ouvi muitas vezes.

Ela está baseada na crença de que fazer terapia seria muito parecido com desabafar com um amigo.

Desabafar é importante e talvez o primeiro passo para a construção de um entendimento sobre os conflitos pessoais, mas o objetivo de uma psicoterapia não é só esse.

Nossos amigos são a rede de sustentação que alivia as nossas quedas. São as pessoas especiais que escolhemos para participar das nossas vidas, e de cujas vidas escolhemos participar. A eles pedimos e damos conselhos quando não sabemos o que fazer.

Um acolchoado emocional rico e valioso que devemos cultivar e preservar, pois quem nos escuta e aceita, nos valida realmente.

O psicoterapeuta, é claro, também nos dá colo, mas em uma pequena porção do tempo.

O principal motivo que nos leva a fazer psicoterapia não é para reclamar e desabafar sobre o que a vida e as pessoas fizeram conosco (mesmo que faça parte do processo) e sim para entender - e mudar - o que nós fizemos conosco a partir das nossas experiências de vida.

Em outras palavras, para compreendermos quando e para que aprendemos, criamos e repetimos certos padrões de comportamento, e desenvolvermos formas alternativas de lidar com velhos problemas.

Por que sempre escolho o homem errado? Por que não consigo dizer não? Por que preciso tanto agradar os outros? Por que preciso sempre ter controle de tudo? Por que não consigo parar num emprego só? Por que tenho problemas com autoridades? Por que tenho tanta raiva e sou tão bravo? Por que, vira e mexe, eu me sinto vítima das circunstâncias?

Se nos responsabilizarmos por nossa vida, nossas escolhas, nossas atitudes e comportamentos, podemos mudar essas circunstancias e é esse o objetivo principal. Ombro e colo são necessários para os momentos de dor, mas a verdadeira mudança vem de abraçar a nossa própria causa e encontrarmos formas mais adequadas de enfrentar os desafios que a vida nos impõe.

Para essa jornada de autoconhecimento e reforma íntima, precisamos de uma ajuda profissional, de alguém que conheça métodos e técnicas que nos ajudem a encontrar o caminho para criarmos uma nova versão de nós mesmos.

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