Diário da Região

11/04/2018 - 22h48min

Trabalho Formal

Pequenas empresas garantem emprego em Rio Preto

Empresas com até 4 colaboradores mantêm criação de postos de trabalho no comércio de Rio Preto

Pierre Duarte/Arquivo O comércio de vestuário, tecidos e calçados foi o que mais sofreu no início de 2018: perdeu de 234 empregos
O comércio de vestuário, tecidos e calçados foi o que mais sofreu no início de 2018: perdeu de 234 empregos

O mercado de trabalho formal em Rio Preto, que entre janeiro de 2015 e fevereiro de 2018 amarga a perda de 1.371 postos de trabalho no comércio varejista local, só não teve resultado muito pior por causa da força das pequenas empresas, aquelas que possuem até 4 colaboradores em seus quadros. A conclusão é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentado nessa quarta-feira (11), durante reunião da Coordenadoria Sindical Sudeste, na Jucesp, junto ao Sindicato do Comércio Varejista de Rio Preto.

Apesar da forte crise que atingiu o mercado local no período compreendido no estudo realizado, este grupo de empresas varejistas apresentou forte empregabilidade, resultado um saldo positivo de 2.837 postos (foram 1.414 em 2015, 492 em 2016, 799 em 2017 e 132 no primeiro bimestre de 2018). Em sentido contrário, empresas com 5 ou mais colaboradores encerraram no período 4.208 postos de trabalho (fechou 2015 com -1.444, 2016 com -1.495, 2017 com -755 e os dois primeiros meses deste ano com -514).

 

Clique na imagem para ampliar  (Foto: Reprodução)

"Passada a época de Natal e as liquidações de início de ano, melhor período de vendas para o varejo, é natural que o setor ajuste o seu quadro de funcionários, como de fato ocorreu em Rio Preto, com a eliminação de 382 empregos com carteira assinada no primeiro bimestre de 2018", afirma nota divulgada nesta quarta-feira. "Mas, vale ressaltar que nesse mesmo período, os estabelecimentos de pequeno porte criaram 132 vagas."

Para a assessoria econômica da FecomercioSP, o quadro indica que os estabelecimentos comerciais com até quatro colaboradores sofreram menos com a crise que assolou o mercado de trabalho formal principalmente por terem menor capacidade de subsistir em caso de corte de funcionários. A necessidade de um número mínimo de funcionários foi fundamental para o resultado.

Segundo o presidente do Sincomercio, Ricardo Arroyo, o crescimento na abertura de microempresas é resultado de muitos trabalhadores que, por serem desligados de onde trabalhavam, tiveram como alternativa abrir seu próprio negócio, passando a gerar empregos. Além disso, avalia, as pequenas empresas se localizam, na maioria das vezes, em bairros, com fácil acesso e conquistando a fidelidade dos consumidores do local.

 

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