Diário da Região

16/04/2018 - 22h38min

APÓS MORTE POR H1N1

Prefeitura descarta antecipar vacinação contra vírus da gripe

Moradora do bairro Fraternidade começou apresentar os primeiros sintomas no começo do mês.

Reprodução/Internet Patrícia Atanazio morreu na última sexta-feira, 13, vítima da doença
Patrícia Atanazio morreu na última sexta-feira, 13, vítima da doença

A Secretaria de Saúde de Rio Preto não vai mudar o cronograma de vacinação contra gripe, mesmo com uma morte por H1N1 registrada no último sábado, 14. O início da aplicação das doses será mantido na próxima segunda-feira, dia 23.

"Este ano traz a vacina trivalente, que protege contra os vírus Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B", informou a Prefeitura, sem especificar quantas doses a cidade vai receber do Ministério da Saúde para a campanha.

Serão vacinados pessoas que fazem parte dos grupos de risco, compostos por gestantes, puérperas, idosos, crianças de seis meses até cinco anos, profissionais da saúde, além portadores de doenças crônicas, professores e presidiários.

A vendedora Patrícia Atanazio, moradora do bairro Fraternidade de 51 anos, morreu na noite de sexta-feira, 13. Foi a primeira morte na cidade desde 2016 - ano em que foram 14 vítimas. Um menino de cinco anos de Rio Preto também está contaminado e permanece internado, com quadro de saúde estável. Em 2017, não houve mortes pela doença na cidade. Na região, Catanduva também já registrou um óbito em 2018, em fevereiro.

Os primeiros sintomas da gripe suína surgiram em Patrícia no dia 2 de abril, seis dias depois ela foi internada no Hospital de Base de Rio Preto. O corpo dela foi sepultado na tarde de sábado, dia 14, no Cemitério Jardim da Paz.

Um dos filhos dela, Lucas Atanazio, afirma que a família até chegou a ouvir no atendimento médico que Patrícia poderia estar contaminada com a gripe suína, mas a confirmação só chegou na noite de sábado, horas depois do sepultamento. "Nada trará minha mãe de volta. O buraco que estou sentindo só eu sei, mas esses erros não podem continuar acontecendo", diz o filho.

Lucas afirma que foi difícil assistir por seis dias a luta da mãe contra a doença. Ele ressaltou que a mãe deixou um grande exemplo para toda família, como uma pessoa batalhadora que criou os filhos sozinha, desde que foi abandonada pelo companheiro.

 

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