Diário da Região

03/03/2018 - 00h30min / Atualizado 03/03/2018 - 00h12min

Cartas do Leitor

Farra do milhão

Mais uma vez, lendo o Jornal Diário da Região, vi que o assunto é a palhaçada do milhão. Fico envergonhado e irritado ao mesmo tempo em saber que os vereadores, de um modo geral, não tem o menor consentimento para com a população. A população fica de braços cruzados, enquanto os vereadores, sem vergonha na cara, querem votar para aprovar essa baderna de receberem R$ 1 milhão cada um deles para gastar como quiserem.

Se o dinheiro saísse do próprio bolso do prefeito, e usassem em prol da nossa cidade, para fazer benfeitorias úteis, vá lá. Mas esse dinheiro com certeza vai sair dos cofres públicos e são os trouxas da população que vão "dar" esse dinheiro.

Gastaram uma fortuna nessas obras antienchente, que só funcionam quando não chove. Gastaram uma fortuna nessa porcaria de corredor de ônibus sendo que só passam em dois horários, não foi planejado como nas grandes cidades.

Gastam fortunas no "novo Fórum" que não funciona até hoje, e já esta há muitos anos parado. Gastaram fortunas em UBS que estão deteriorando, escolas que já viraram mocó de vendas de drogas. Não tem policiamento, não tem remédios para pessoas humildes, não tem médicos especialistas nas UBSs para atender essas pessoas.

Enquanto isso os nossos vereadores e deputados, que deveriam pensar mais na nossa cidade, ficam aí, querendo votar para ganhar mais dinheiro sem precisar fazer tanto esforço. Façam-me o favor, parem de pensar em vocês mesmos e pensem um pouco mais na cidade e na população. Este ano é ano de eleição.

Nelwil Barbosa Dantas, Rio Preto.

Perda

Conheci Nagib Nassif, ainda criança, quando morava na Rua Presciliano Pinto esquina com Pedro Amaral. Éramos vizinhos dos pais dele, eram árabes e possuíam muitos filhos, ao todo 7, sendo 2 homens e 5 mulheres. Nagib ainda adolescente tinha uma voz forte e as empresas o contratavam para fazer propaganda em carro de som no bairro Boa Vista.

Ficamos 20 anos sem nos vermos. Tanto ele quanto eu, fizemos faculdade de medicina no Rio de Janeiro, na Praia Vermelha em épocas diferentes. Quando voltei para Rio Preto Nagib Nassif já era médico ortopedista atuando na Santa Casa. Exerceu a medicina ao longo da vida em tempo integral como um sacerdócio, nunca fez distinção entre pacientes do SUS, convênios ou particulares, tratando a todos com a mesma distinção. Deixa um vazio no meio médico e nas camadas sociais mais necessitadas.

Carlos Abib Cury, Rio Preto.

Crueldade

Tem-se a impressão de que a civilização atual não merece receber essa colocação, que se refere ao título desse comentário. Afinal, que civilização é essa que promove massacres como a cidade de Ghouta que tem 400 mil habitantes a leste de Damasco, capital da Síria? Uma situação lamentável que o mundo presencia.

Em um mundo com as câmeras presentes em todos os cantos, torna-se impossível omitir corpos de crianças e adultos sem a mínima chance de defesa. Assim, nessas condições, não há como esconder a desastrosa situação contra essas crianças e adultos sem a mínima nutrição e morrendo de fome, porque o auxílio não tem acesso a eles. O problema permanece há alguns meses nesse patamar de sofrimento.

Como o ser humano pode atingir tão grotesca violência e ter atitudes tão cruéis? Afinal, aonde está a influência da ONU no sentido de intervir nas barbáries sem limites que ocorreram na cidade de Ghouta?

Alessio Canonice, Ibirá.

Unip

Como pai de aluno que estuda no Unip campus de São José do Rio Preto na graduação para ciências contábeis, venho escutando reclamação de minha filha todos os dias. Tem professor que falta sem aviso prévio e todos os alunos ficam sem aulas. Tem classe que em dia de calorão não tem nem ventilação, o ar-condicionado só funciona em algumas classes, sendo que no caso de Rio Preto ar-condicionado não é luxo devido ao calorão que faz. Inclusive, agora foram transferidos para uma classe no subsolo.

Muitos alunos abandonaram o curso por causa da crise, porém a mensalidade subiu este ano novamente e o contingente de alunos ficou baixo. E juntaram com os alunos de administração, daí tem dia que o professor não sabe se vai dar aula de administração ou de contabilidade. Com tudo isso a qualidade do curso fica bem baixa, e eu como pai e contabilista me preocupo.

Agnaldo Simão Monezzi, Rio Preto.

Prorrogação

Imaginemos uma decisão de campeonato com os finalistas Corinthians e Palmeiras. Um deles ocupará a parte esquerda do campo, o outro ocupará a parte direita. Um bom juiz observará as duas partes; ele deverá punir os faltosos, sejam os que estiverem na esquerda ou na direita. Um bom juiz deverá com honestidade. Vencerá o melhor.

Na política tem que ser assim também: um bom juiz deverá punir os faltosos, sejam de direita, sejam de esquerda. O que se vê, entretanto, é um juiz do Paraná perseguindo os da esquerda e protegendo os da direita. Assim sendo, eu, que não entendo nada de futebol nem de política, fico da geral, torcendo para o time da esquerda vencer de 1 a 0, com gol feito no último segundo da prorrogação.

João Marani, Rio Preto.

Mané

Esta semana um empresário amigo convidou-me para um "happy hour". Atendi o convite. Ele chegou dizendo que tinha lido o belo artigo da filha do Mané no Diário, onde consta que faz um ano que o ex-prefeito faleceu e que ainda seria seu aniversário se estivesse vivo.

Dando continuidade à conversa, disse-me que, como empreiteiro, quando o "Mané" esteve prefeito, foi ele chamado várias vezes, para dar desconto sobre o valor que tinha vencido em cada licitação pública. Antes de assinar o contrato referente a uma determinada obra ou serviço, aquele que tinha o menor preço do processo licitatório era convocado para dar um desconto sobre este preço.

Funcionava desta forma nos governos do professor Manoel Antunes, desde uma simples licitação para plantação de grama até a construção do Centro Regional de Eventos. E meu amigo ainda observou que um ou outro empresário ficava "pê da vida", mas quase todos acabavam aderindo ao sistema de descontos. Boas lembranças.

Jorge Abdanur Estephan, Rio Preto.

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