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Diário da Região

30/03/2018 - 00h30min

Proteja-se!

Cafeína

A cafeína pode ser utilizada como substância adulterante na fabricação da cocaína

Uma substância que vem ganhando cada vez mais espaço em nossa vida cotidiana é a cafeína. Presente em certas plantas como, por exemplo, erva-mate, café, chá, cacau e guaraná, mas também pode ser produzida por laboratórios produtores de suplementos que desenvolveram técnicas para isolar ou até mesmo produzi-la sinteticamente, tornou-se figura fácil junto ao público frequentador nas academias de musculação e praticantes de atividades físicas, por ter propriedades estimulantes e termogênicas.

Embora já tenha sido proibido seu comércio, hoje seu consumo é liberado, devendo seu uso ser condicionado à utilização por atletas e a uma prescrição por profissional especializado pois pode ocasionar efeitos colaterais. Ocorre que quando nos dirigimos a uma farmácia de manipulação poderemos ser surpreendidos pelo seguinte pedido: a exigência de receita médica.

Isto se deve ao que muitas vezes passa despercebido pela maioria da população: é que a cafeína pode ser utilizada como substância adulterante na fabricação da cocaína, com o objetivo de obtenção maior de lucro por parte de traficantes de drogas.

Várias operações policiais têm sido realizadas visando coibir a utilização da cafeína nesta prática, dentre outros produtos, sendo que a Polícia Federal é a responsável pelo controle e fiscalização de todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, de acordo com a Lei 10.357/2001.

É importante salientar que nestas atividades irregulares poderão ser atribuídas responsabilidades ao produtor, ao comercializador e ao consumidor, dependendo do caso concreto, uma vez que a imputação ocorre em toda a cadeia que utiliza e/ou manuseia produtos químicos controlados, podendo incorrer na prática de crimes previstos nos artigos 33 e 34 da lei 11.343/2006, que define os crimes relativos à produção e tráfico ilícito de drogas, bem como no artigo 288 do Código Penal por Associação Criminosa.

Fale com o Comandante

cpi5p5@policiamilitar.sp.gov.br

Dúvidas, críticas, solicitações ou sugestões podem ser encaminhadas ao e-mail acima. Por meio de sua assessoria, o Comandante do Policiamento do Interior responderá nesta coluna ou diretamente ao leitor.

A coluna Proteja-se! é coordenada pelo setor de Relações Públicas do CPI-5 e publicada toda sexta-feira no Diário da Região.

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