Diário da Região

08/03/2018 - 22h33min / Atualizado 08/03/2018 - 22h33min

Proteja-se

Escorpiões

Lesões provocadas por animais peçonhentos ocorrem todo o ano. Mais recentemente, deixou de ser uma ocorrência do ambiente rural, tornando-se comum em áreas urbanas de média e grande concentração populacional, face à ocupação humana desordenada, com a degradação do ambiente nativo das espécies peçonhentas.

Dependendo da espécie, uma picada pode tornar-se extremamente grave, com risco de morte, caso o socorro seja inadequado e demorado. No Brasil, há uma diversidade enorme de animais e insetos peçonhentos e, cada vez mais, há uma mescla do ambiente deles com o nosso.

O Ministério da Saúde, com base numa análise de dados, comprovou que as picadas por escorpiões, serpentes, aranhas e lagartas são as mais comuns. Os acidentes por animais peçonhentos, em especial acidentes ofídicos (relacionados às serpentes), foram incluídos na lista de doenças tropicais negligenciadas pela OMS. Tais acidentes acontecem, em sua maioria, com populações carentes de áreas rurais.

De forma geral, as cobras são os animais peçonhentos mais conhecidos e temidos. Entretanto, animais pequenos, como escorpiões, aranhas e lagartas, podem ser tão perigosos quanto as cobras peçonhentas. Especialistas afirmam que uma das melhores formas de ser prevenir de acidentes com tais animais é conhecendo seus hábitos.

Os escorpiões, em especial, têm sido encontrados com maior frequência na nossa região nos últimos tempos. Seu veneno provoca dor no local da picada, com boa evolução na maioria dos casos, porém crianças podem apresentar manifestações graves decorrentes do envenenamento, motivo pelo qual têm gerado grandes preocupações aos pais e/ou responsáveis por crianças

Ao deparar com aranhas e escorpiões, não se deve manusear se não tiver confiança para isso. Prefira sempre a captura ao invés de matá-los, atentando à segurança. Em caso de acidente, realizar o encaminhamento ao Centro de Referência da sua cidade para auxiliar na identificação da espécie; importante que se faça compressas mornas e analgésicos para alívio da dor até chegar a um serviço de saúde para as medidas necessárias e avaliação da necessidade de soro.

Fale com o Comandante

cpi5p5@policiamilitar.sp.gov.br

Dúvidas, críticas, solicitações ou sugestões podem ser encaminhadas ao e-mail acima. Por meio de sua assessoria, o Comandante do Policiamento do Interior responderá nesta coluna ou diretamente ao leitor.

A coluna Proteja-se! é coordenada pelo setor de Relações Públicas do CPI-5 e publicada toda sexta-feira no Diário da Região.

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