Diário da Região

09/03/2018 - 16h54min / Atualizado 09/03/2018 - 17h02min

CPI DA DISCÓRDIA

Pupo considera "brincadeira" restrição de horário de CPI

Em nota, o vereador Renato Pupo (PSD) afirma que não pretende acatar a restrição de horário para o funcionamento dos trabalhos da CPI da Guarda em Rio Preto indicada pelos colegas Paulo Pauléra (PP) e José Carlos Marinho (PSB)

Guilherme Baffi 28/2/2018 O presidente da CPI 
da Guarda, Renato Pupo (PSD):
O presidente da CPI da Guarda, Renato Pupo (PSD): "Não vejo nada de ordem moral que me impeça de trabalhar nesta investigação"

Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que irá apurar irregularidades na Corregedoria da Guarda Municipal, o vereador Renato Pupo (PSD), acredita que não passa de uma brincadeira o documento assinado por Paulo Pauléra (PP) e José Carlos Marinho (PP) com a restrição de horário para o funcionamento da comissão. 

Em nota, Pupo se posicionou sobre o assunto. "Diante das notícias veiculadas hoje, de que os vereadores Pauléra e Marinho pretendem restringir o horário de funcionamento da CPI da Guarda Municipal, para o período compreendido entre às 09 e 12 horas e 14 e 17 horas, imagino que estejam brincando, mas se estiverem falando sério, informo o seguinte: Sou um homem que acorda cedo e trabalha muito, inclusive aos finais de semana, e não vou diminuir meu ritmo por causa de vereadores que não tem a mesma disposição. Os trabalhos serão realizados nos horários permitidos por lei, eles gostando ou não", consta em nota. 

Marinho e Pupo protagonizaram bate-boca na última sessão na Câmara. Ao lado de Pauléra, o vereador do PSB defendeu a saída de Pupo da presidência da CPI. Já Pupo afirmou que permanece no cargo e não vê nenhum impedimento. 

Pupo divulgou que marcou para a próxima segunda-feira, 12, as 13h30, a primeira reunião da comissão para discutir o cronograma da apuração com Pauléra e Marinho, respectivamente, relator e membro da CPI. 

Pauléra reagiu e disse que Pupo é "digno de dó". "E que ele (Pupo) está agindo como delegado. Manda ele tirar o distintivo e agir como vereador. Se ele não pode trabalhar como vereador pede para sair. O que não pode é ganhar salário sem ganhar nada", afirmou Pauléra. 

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