Diário da Região

05/03/2018 - 23h00min / Atualizado 05/03/2018 - 23h00min

MERCADO FINANCEIRO

Petróleo segura o Ibovespa no positivo

O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira, 5, em leve alta, tendo sido bastante influenciado pelo preço do petróleo que impulsionou as ações da Petrobras, mas sem conseguir pegar tração de seus pares em Nova York, que encerraram o dia de negócios subindo mais de 1%. Puxou para baixo a força vendedora de ações das empresas dos setores de carne e de siderurgia - que, em conjunto, têm peso significativo dentro da carteira teórica.

O índice à vista só teve fôlego para galgar os 86 mil pontos na reta final da sessão, terminando aos 86.022,82 pontos ( 0,30%). O giro financeiro foi de R$ 10 bilhões. As ações ON e PN da Petrobras disparam e encerraram em alta de 2,85% e 2,84%, respectivamente.

Os papéis da BRF, alvo da nova fase da operação Carne Fraca, deflagrada pela Política Federal, foram penalizados caindo perto de 20%. As ações das outras companhias do setor foram contaminadas, principalmente depois de a Comissão Europeia ter deixada aberta a possibilidade de haver medidas restritivas contra os produtos brasileiros.

Isso porque, segundo as investigações, Pedro de Andrade Faria, ex-presidente da BRF, sabia de falsidade ideológica e possíveis problemas sanitários na venda dos produtos.

Dólar

O mercado de câmbio teve uma segunda-feira, 5, de liquidez reduzida e oscilações contidas. Ao longo do dia, o dólar foi conduzido ora pela influência externa, ora pelo fluxo de recursos, com os investidores à espera de eventos e indicadores aguardados para os próximos dias. Depois de ter oscilado em leves altas pela manhã, a divisa americana assumiu ligeiro viés de baixa no período da tarde e fechou cotada a R$ 3,2475, com recuo de 0,11% no dia.

Na máxima do dia, registrada pela manhã, o dólar à vista chegou a ser negociado por R$ 3,2639 ( 0,39%). Naquele período, os mercados externos exprimiam cautela diante da indefinição política na Itália e da proximidade dos indicadores econômicos esperados para a semana. À tarde, a aceleração dos ganhos das bolsas de Nova York e a alta do petróleo foram apontados como fatores que ampliaram o apetite por risco e contribuíram para o "spot" bater a mínima de R$ 3,2459 (-0,16%), pouco depois das 16h.

 

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