Diário da Região

06/03/2018 - 19h21min / Atualizado 06/03/2018 - 19h21min

TELEVISÃO

Lázaro Ramos volta às origens de Brau em série

Ator baiano de 39 anos buscará identidade de Brau na quarta temporada de 'Mister Brau', com estreia prevista para o mês de abril, na Globo

Caiuá Franco/Divulgação/TV Globo Mister Brau (Lázaro Ramos) 
e Michele (Taís Araujo) na série Mister Brau
Mister Brau (Lázaro Ramos) e Michele (Taís Araujo) na série Mister Brau

Na quarta temporada de 'Mister Brau', com estreia prevista para abril na Globo, Lázaro Ramos vai circular por Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro, e por Angola, na África, atrás das origens de Brau. É que a trajetória do cantor, até então de sucesso, vai por água abaixo na nova leva de episódios. Com o seu fracasso, Michele (Taís Araújo) ganha destaque como uma artista internacional e a família entrará em colapso. Será a partir daí que o personagem buscará sua identidade no bairro onde cresceu e no continente de seus antepassados.

Na entrevista a seguir, o ator baiano de 39 anos fala sobre a próxima temporada de 'Mister Brau', que contará também com o retorno de Priscila, personagem que Lázaro interpretou em 'Sexo Frágil' (2003/2004). Ele também conta como administra a rotina no trabalho e em casa ao lado da mulher, Taís Araújo, e ainda reflete sobre ser um símbolo de representatividade para os negros no Brasil.

Quais as novidades dessa nova temporada de 'Brau'?

Lázaro Ramos - Essa era para ser a temporada que eu iria descansar, porque já sabíamos que ia ter o 'Lazinho com Você' (programa dominical da Globo), que acabaria de gravar muito próximo. A proposta de 'Mister Brau' era levar a história para um lugar natural com o protagonismo da Michele como cantora. Nas três anteriores, ela veio deixando de ser dançarina e agora estoura mundialmente enquanto o Brau fracassa. As pessoas não lembram quem ele é. Mas meus companheiros de roteiro inventaram de me convidar para fazer outro personagem. Então, estou trabalhando mais ainda.

Que personagem?

Lázaro Ramos - Faço a Priscila, que é um papel que interpretava no 'Sexo Frágil'. Por exemplo, num dia tenho show como Brau e como Priscila. Vou fazer a cena com a barba, depois desço, tiro e passo duas horas e 15 minutos me montando como a cantora para fazer a apresentação dela. Mas está sendo muito legal. Ela é par romântico de um dos personagens e também contracena com o Brau.

Como as pessoas te abordam nas ruas?

Ramos - Dei sorte de fazer alguns papéis que tinham apelo popular, como o Foguinho de 'Cobras & Lagartos' (2006), e 'Ó Paí Ó' (2008). Só que o Brau é impressionante. As pessoas têm muito carinho e sempre pedem minha volta quando saio do ar, dão sugestão de história e é muito bacana quando você tem uma relação tão direta com o público.

Você está na televisão, no teatro, lança livro, nunca está parado. Com administra?

Ramos - Não estando sozinho, porque trabalho muito, mas tenho vários parceiros queridos e competentes que estão comigo em todos os projetos. Isso foi um aprendizado de vida. Antes era difícil, pois tenho a tendência de ser centralizador. Agora que aprendi a deixar na mão das pessoas, tudo fica muito mais fácil. Na verdade, não sou só eu, tem uma galera que está aqui e que me acolhe.

Nessa temporada, tem uma volta às origens do Brau. Como você e a equipe de roteiro chegaram a isso?

Ramos - Todo início de temporada decidimos renovar. A gente se perguntou o que ainda não tinha sido mostrado do Mister Brau e era justamente a sua origem. O começo da série deveria ser a ascensão dele, mas, lá nos primórdios, resolvemos começar com esse cara já famoso. Aí fomos resgatar essa história e trouxemos o passado do Brau em Madureira, as pessoas que ele conhece, o universo criativo. Posso dizer que foi muito legal ter ido gravar no espaço Duto e, quando chegamos ali, falamos que aquilo também é ouro, tem que mostrar.

Com você e a Taís trabalhando juntos em 'Mister Brau', como fica a situação em casa? Acha que pesa mais para algum dos dois? 

Ramos - Lá em casa pesa muito para ambos do mesmo jeito. Quando programamos uma viagem, reduzimos o tempo quando vamos sozinhos para voltar e ficar com as crianças. Somos muito apegados! Nosso lazer é com eles. Deixamos as coisas de casal para mais tarde, mas, quando tem tempo diurno ou no horário em que estão acordados, a nossa programação é estar com os meninos. E não é por peso, é por prazer! Às vezes, a gente fala isso e parece que o filho é um fardo, mas não, é ao contrário, porque é tão bom estar com os dois que não queria responder isso como se fosse tarefa. Não é! É um prazer que eu e Taís compartilhamos.

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