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Três latrocínios em 15 dias


    • São José do Rio Preto
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O primeiro caso de latrocínio de 2018, em Rio Preto, foi registrado no dia 22 de fevereiro, quando o mototaxista Sidnei Aparecido de Oliveira, de 60 anos, morreu depois de ter a moto que usava para trabalhar furtada. O crime aconteceu em uma avenida entre os bairros Vila Toninho e Brejo Alegre. 

O mototaxistas foi esfaqueado no pescoço e agredido na cabeça com uma pedrada durante uma corrida com o assassino. O suspeito, de 25 anos, foi preso pela investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Um segundo suspeito foi identificado e está sendo procurado pelos policiais. "Provamos a autoria do crime, estamos com o suspeito preso e agora estamos atrás do segundo envolvido", afirmou o delegado titular da DIG, Fernando Augusto Tedde.

Quatro dias depois, o designer gráfico Guilherme Queiroz Gazola, de 24 anos, foi encontrado morto pela mãe, dentro da própria casa, no bairro Dom Lafayete. O corpo do jovem também foi encontrado amarrado e com marcas de asfixia. Um carro que estava na garagem foi levado depois do assassinato, com objeto da casa. O veículo foi abandonado um dia depois do crime. "Deste caso estamos aguardando os resultados dos laudos necroscópicos para para identificar a autoria", afirmou Tedde.

Terceiro caso foi registrado nesta sexta-feira, 9, com a morte do comerciante, no Parque Industrial. "Começamos a investigar. Vamos respeitar a dor da família para colher mais depoimentos e mais provas", disse o delegado. Investigação que, à princípio, fica a cargo do delegado assistente Wander Luciano Salgon.