Diário da Região

08/03/2018 - 22h19min / Atualizado 08/03/2018 - 22h19min

Negligência

Pai 'esquece' de buscar filha em escola

Menina e irmã foram recolhidas e encaminhadas para a casa de parentes

Uma criança foi "esquecida" pelo pai nesta quarta-feira, dia 7, na Escola Municipal Lydia Sanfelice, no Jardim Bela Vista, em Rio Preto. Depois do fim do horário escolar, o pai foi detido pela Guarda Civil Municipal (GCM) com a outra filha, de 5 anos, no Terminal Urbano, porque estaria dormindo dentro de um ônibus. Passageiros denunciaram a conduta dele no coletivo.

Diante da situação, as duas crianças foram abrigadas pelo Conselho Tutelar e depois levadas para a casa de parentes - o grau de parentesco não foi divulgado.

Segundo boletim de ocorrência da GCM, os guardas foram informados que um homem estava desacordado e acompanhado de uma criança dentro de um ônibus a caminho do Terminal. Ao verificar a denúncia, os guardas constataram que o homem apresentava sinais de embriaguez.

Após ser despertado pelos agentes, o pai da criança alegou que, ao sair do trabalho, buscou sua filha na escola e acabou pegando no sono porque estava cansado. Os guardas, então, levaram pai e filha para casa, no bairro Santa Cruz.

Minutos depois da chegada, uma conselheira tutelar apareceu na casa procurando pelo homem. Ela foi acionada pela direção da escola Lydia Sanfelice, onde a outra filha dele estava. A criança ficou por cerca de uma hora à espera do pai. Diante da demora, a direção acionou o Conselho Tutelar.

De acordo com o boletim da GCM, essa não é a primeira vez que o homem negligencia os cuidados com as filhas. "Ele é separado e ficou com a guarda delas, tivemos a informação de outras situações de descaso por parte dele", disse o assessor do Guarda Civil Municipal, Roger Assis.

A reportagem foi até a casa do pai nesta quinta-feira, 8, mas não tinha ninguém no local.

Procedimento

Em nota, a Secretaria de Educação explica que a escola faz a saída dos alunos às 18h, com tolerância para que os responsáveis busquem as crianças até 18h15. Quando dá 18h30 e os pais ou responsáveis pela criança não vão até a escola, a direção entra em contato telefônico. Já os responsáveis que buscam os filhos após esse horário precisam assinar um livro e justificar o motivo do atraso. Se o atraso se estende por mais de uma hora, o Conselho Tutelar é informado, o que aconteceu nessa quarta-feira. "A escola telefonou diversas vezes para os responsáveis, mas não conseguiram contato. Às 19h20, o Conselho Tutelar foi acionado e foi até a casa dos pais", finaliza a pasta em nota.

 

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