Diário da Região

27/02/2018 - 22h39min / Atualizado 27/02/2018 - 22h39min

SOB NOVA DIREÇÃO

Novo delegado da PF é votuporanguense

Valter Campanato/Agência Brasil Rogério Galloro substitui Fernando Segovia no comando da PF
Rogério Galloro substitui Fernando Segovia no comando da PF

Em seu primeiro dia à frente do novo Ministério Extraordinário da Segurança Pública, o ministro Raul Jungmann decidiu mexer no comando da Polícia Federal, substituindo Fernando Segovia por Rogério Galloro no cargo de diretor-geral da corporação.

Galloro é filho dos votuporanguenses Antônio Galloro e Raquel Viana, filha de Deocleciano de Souza Viana Filho, ex-vereador, que dá nome à praça da Câmara Municipal. Em dezembro do nao passado, ele foi escolhido para integrar o Comitê Executivo da Interpol, a Polícia Internacional.Ex-diretor executivo da PF, Galloro é o atual secretário nacional de Segurança Pública.

Antes mesmo de sua posse como ministro da Segurança Pública, ocorrida no final da manhã desta terça-feira (27), Jungmann conversou sobre o assunto com Michel Temer. Na conversa, o ministro manifestou o desejo de fazer a troca no comando da PF e obteve a aprovação do presidente.

Desde o início do mês, quando concedeu uma entrevista a Agência Reuters afirmando que, no inquérito em que Temer e outros acusados são investigados pela PF, os "indícios são muito frágeis", sugerindo que o inquérito "poderia até concluir que não houve crime", Segovia vinha sofrendo críticas e sendo alvo de questionamentos.

Nesta segunda-feira, 26, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso uma medida judicial para que Segovia se abstivesse de "qualquer ato de ingerência sobre a persecução penal em curso".

Na semana passada, Fernando Segovia disse ao ministro Barroso, que conduz o inquérito sobre Temer no STF, que não pretendeu "interferir, antecipar conclusões ou induzir o arquivamento" do inquérito sobre o presidente Michel Temer. Ao ministro, Segovia ressaltou que suas declarações foram "distorcidas e mal interpretadas", que não teve intenção de ameaçar com sanções o delegado responsável pelo caso e também se comprometeu a não dar mais declarações sobre a investigação.

Recém-empossado como ministro extraordinário da Segurança, Raul Jungmann afirmou em seu discurso no Palácio do Planalto que a nova pasta buscará coordenar as ações dos Estados e buscar "combater o crime organizado dentro da lei". "A União precisa ampliar as suas responsabilidades em coordenar e promover as ações entre os entes federativos", afirmou.

Com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes no palco, Jungmann citou uma frase do hoje ministro do Supremo Tribunal Federal e disse que o País "prende muito, mas prende mal".

 

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