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Diário da Região

08/02/2018 - 00h30min / Atualizado 07/02/2018 - 23h43min

VIOLÊNCIA

Operação conjunta prende 23 pessoas no Rio

A operação conjunta das Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro prendeu 23 pessoas até por volta das 12h30 desta quarta-feira, dia 7. Os detidos foram encaminhadas para a Cidade da Polícia, sendo que 18 maiores de idade e dois menores já foram autuados em flagrante ou por cumprimento de mandato.

A ação policial deflagrada às 5 horas desta quarta-feira tem cooperação das Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional. A operação se dá na Cidade de Deus, na zona oeste da capital, e em outras áreas estratégicas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

As Forças Armadas estão responsáveis pelo cerco, desobstrução de vias e ações de estabilização na Cidade de Deus. Simultaneamente, as tropas estabelecem pontos de bloqueio, controle e fiscalização de vias urbanas nos acessos à BR-101, na região de São Gonçalo, e realizam patrulhamento ao longo do Arco Metropolitano.

Sepultamento

O corpo da menina Emilly Sofia, morta durante um assalto, foi sepultado na tarde desta quarta-feira (7) no Cemitério Jardim da Saudade, sob aplausos e pedidos por justiça.

Os criminosos fizeram vários disparos contra o carro onde ela estava com o padrasto, Uesley Lima, e a mãe, Maria Auxiliadora da Silva, na madrugada de terça-feira (6), no bairro de Ricardo de Albuquerque, zona norte do Rio.

A Polícia Civil informou que o grupo de assaltantes havia explodido um banco, momentos antes, no município vizinho de Nilópolis, localizado na Baixada Fluminense, e provavelmente queria roubar o carro da família, que havia recém-saído de uma lanchonete.

Bastante abalado, o pai de Emilly, Christian da Silva, evitou falar com a imprensa nesta quarta. Disse apenas que o desejo de todos é que seja feita justiça: "Já que nada vai trazer ela de volta, só nos resta pedir justiça".

Um tio da menina fez o mesmo pedido, criticando o fato da ausência de policiais nas ruas da cidade.

"Eu só quero é justiça pela minha sobrinha. A rua está sem policial nenhum. Tem que botar mais policiamento. Ela virou só mais uma estatística no estado do Rio de Janeiro. Era uma criança boa, brincalhona", lamentou o tio.

Um ônibus lotado trouxe parentes, amigos e vizinhos da família.

A menina era muito querida por todos, segundo definiu uma das tias: "A Emilly era uma criança que, onde chegava, não tinha um que não se apaixonava por ela".

Manifestação

O movimento Rio de Paz fez uma manifestação, aos pés do monumento do Cristo Redentor, estendendo uma faixa em homenagem à Emilly e ao adolescente Jeremias Moraes, de 13 anos, morto também na terça-feira, durante uma troca de tiros entre policiais e traficantes

que ocorreu na favela Nova Holanda, localizada no Complexo da Maré. Na faixa, foi escrito: "Emilly e Jeremias, perdão. Rio de Janeiro".

 

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