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Diário da Região

24/02/2018 - 00h30min / Atualizado 24/02/2018 - 00h00min

Cartas do Leitor

Água

Interessante o vídeo que o jornal disponibilizou sobre a mega blaster obra de captação de água do rio Grande. Ele começa assim: "o Semae, preocupado com...". O Semae agora tem os mesmos sentimentos dos políticos. Uma campanha política, a menor que seja, começa sempre assim: "o Zezinho, preocupado com a situação...".

E o vídeo continua sempre em tom de preocupação para justamente tocar o sentimento e o coração de cada um. Como uma campanha política. E parte para uma odisseia, mostra o colosso da obra. É também profético, com as tantas palavras belas do secretário.

Vale lembrar que a ideia é antiga, talvez remonte Adail, que em campanha à prefeitura, que perdeu, profetizava a falta de água para a cidade dali em poucos anos e mostrava o então candidato às margens do rio Turvo, mostrando o que pretendia fazer: vamos captar água daqui, dizia ele mostrando o rio. E estamos em 2018 e não entramos em colapso.

Certamente, plano de recuperar nascentes fica pequeno demais, esquecido, é insignificante. O plantio de mudas ao longo dos rios, dos córregos e das nascentes, a sua limpeza constante, desassoreamento ocasional, é pequeno demais diante de tamanha ambição. E o vídeo segue. Precisamos de coisa grande, de algo épico. Pobre rio-pretense, pobre.

Estamos diante de um projeto que tem um custo. Um senhor custo. Num país assolado pela corrupção desmedida e sem igual, esses valores são apenas iniciais e se multiplicarão ao seu longo. Todos sabem disto, mas aceitam, pois a corrupção faz parte de nosso meio e poucos dão importância a isto. Até quando? Mas parece que esqueceram de algo: o rio Grande pertence à União. Caso tudo seja implantado e funcionando, quanto vamos pagar pela captação da água? Qual é o custo dessa captação? Quanto mais pagaremos pela sua captação?

Wanderson Clayson Coldri Sá, Rio Preto.

Diário

Considerando o trabalho jornalístico realizado elo Diário da Região e, de forma especial sua edição do dia 02 de janeiro de 2018 enaltecendo apenas as boas notícias de nossa Sociedade;

Considerando que dentre as noticias, mereceu destaque, na página 2B, Caderno Cidades "As outras armas da PM", no ano de 2017, valorizando o trabalho da Polícia Militar e ações heroicas de seus policiais, que, por telefone ou pessoalmente prestaram socorro a bebês, crianças e adultos, salvando muitas vidas;

Considerando que o destaque especial do 1º tenente PM Cassio Lenarduzzi, pertencente à CAEP Companhia de Ações Especiais da Polícia Militar -, exemplo de herói, juntamente com sua equipe, cujas ações salvou o pequeno Miguel no dia 1 de junho de 2017;

Considerando por fim, que esta iniciativa do Diário da Região leva a sociedade a uma reflexão, deveras importante, da maneira que vivemos atualmente, demonstrando que há esperança de um mundo melhor e que as boas práticas, que não são poucas, devem ser enaltecidas e servir de exemplos a todos, requeiro, nos termos do Regimento Interno, ouvido o soberano Plenário que seja aprovada o presente Requerimento de Aplausos e Reconhecimento ao Jornal Diário da Região na pessoa do Diretor Presidente Sr. Norberto Buzzini pela sensibilidade e brilhante iniciativa de começar o ano bem desejando que tal prática seja repetida em outras oportunidades, bem como ao 1° tenente Cassio Lenarduzzi pertencente à CAEP Companhia de Ações Especiais da Polícia Militar -, pela preocupação, compromisso e ações práticas em defesa da vida.

Jean Charles Serbeto, vereador, Rio Preto.

Salvatore

Ao ler a carta do Professor Salvatore D'Onofrio "Teoria da Aposta" no Diário de 16/2/2018, mais uma vez fiquei admirado com sua honestidade. Não é mentira que quando vejo algum artigo seu fico interessado em ler. Gosto dos seus posicionamentos (sem mesmo concordar com vários deles) por perceber uma mente racional, crítica e quase aritmética dilatando percepções colhidas ao longo da vida. Admiro pessoas que possuem a coragem de se expressar, procurando fundamentar seus conceitos em teses sólidas, hipotéticas ou não. Pessoas que estão abertas ao diálogo sadio, franco e respeitoso.

Também enxergo no professor, por meio de suas afirmações, uma sede e fome grandiosa de Deus. Um Deus que aliás, ele repulsa em seu conceito lógico, mas que volta e meia fala dele. A profunda verdade sentida em suas palavras, é que a sua crença em Deus, fica mais exposta em cada indagação contrária temperada com seus argumentos.

Esse fato é tão visível, no texto que o professor Salvatore, cita até parte dos ensinos catequéticos (que provavelmente ele fez): os dez mandamentos, os pecados capitais e as sete virtudes teologais (coisas de Deus). De fato, a maior culpa da existência de pessoas que se dizem "ateus" é justamente daqueles que dizem "crer" em Deus! O exemplo dos "crentes em Deus" em muito colabora para a contradição e desvio de almas.

Nós, falamos e não cumprimos, pregamos e não seguimos, somos hipócritas e mentirosos; desmerecemos as palavras do altíssimo! Por vezes um "ateu" é mais honesto que um "crente" justamente por ter coragem de renegar a hipocrisia! Dessa ótica também EU, prefiro não crer no "deus" incondizente que é pregado na cruz todos os dias, pelos que dizem nele crer.

O único adendo que faço é que somos pecadores e necessitamos do perdão divino. Perdão aliás, que até os "ateus" sabem dar! Portanto penso que o respeitável professor, "Salvatore"/ "Salvador" nos traz uma lição preciosa em seu artigo: Deus não é digno de aposta e sim de uma mente que pensa, questiona, perdoa e que ama o próximo. Parabéns!

Todos os textos que li de autoria do professor, mostram um homem pensante e preocupado com o bem das pessoas. E pensar no bem das pessoas é inspiração do Espírito de Deus!

Ricardo Aparecido de Oliveira, Rio Preto.

Intervenção

A intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro tornou-se publicamente polêmica. Os proveitos políticos do governo federal, dos militares e dos mancomunados com essa intervenção são evidentes, tanto quanto o desinteresse deles por solucionar as causas reais da insegurança pública nesse e nos outros Estados, onze deles com índices mais altos ainda de violência. Se os intervencionistas fossem bem-intencionados dialogariam com os muitos setores da sociedade civil desse Estado, que trabalham para a superação da violência, antes de recorrerem às forças militares. O militarismo nunca foi nem será solução para a violência gerada e fomentada por modelos socioeconômicos, como o qual estamos submetidos.

Dom Reginaldo Andrietta, bispo da Diocese de Jales.

 

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