Diário da Região

22/02/2018 - 23h17min / Atualizado 22/02/2018 - 23h17min

Cartas do Leitor

Enchentes

Mais uma vez, faço uso desta coluna, como sempre, no intuito de ajudar e não criticar. Desta vez, ao fazer a minha caminhada na região da avenida José Munia, pude observar que existe muita sujeira, terra e mato no canal de concreto destinado ao escoamento de águas pluviais. Eu, como engenheiro, calculo que essa obstrução corresponde a, pelo menos, setenta e cinco por cento do referido canal.

Só mostrar o problema não resolve absolutamente nada, por isso sugiro que a Prefeitura tenha uma equipe de pelo menos três homens, destinada somente a conservação de tais canais e, também, é preciso que toda população colabore com a limpeza em geral, pois toda sujeira lançada ao chão é arrastada pelas enxurradas, às canalizações subterrâneas, provocando a desagradável enchente. Povo: é preciso colaborar.

Jairo Pereira da Silva, Rio Preto.

Corrupção

Agradeço os comentários sobre mim feitos pelo senhor Ailton Bertoni (Diário 21/2), porque são verdadeiros. Realmente eu e minha esposa trabalhamos na primeira campanha do Edinho por duas razões: na época nós éramos petistas e o PT apoiou a candidatura dele. Na época nós acreditávamos nas bandeiras do PT que defendiam o combate à corrupção, a ética no governo, o combate ao fisiologismo e outras promessas positivas. Nós trabalhamos em todas as campanhas do Lula antes do Mensalão, porém, depois desse escândalo, nunca mais apoiamos o PT por ter vergonha de dizer: "Sou petista."

É verdade, como disse o senhor Ailton, que sou preocupado com a corrupção, seja em qualquer nível, mas escrevo abordando a corrupção do PT por ser a maior da história do Brasil; porque assaltou as estatais (Petrobrás, Eletrobrás, BB,CEF, e outras menores); porque assaltou os fundos de previdência (Postalis, Previ, Petros); porque montou uma super quadrilha de corruptos nos 13 anos de mandatos e porque arrebentou com o Brasil. Isso é fato, não é ideologia.

O senhor Ailton tem razão dizendo que tenho medo de Lula ganhar no primeiro turno. Tenho mesmo, porque poderia voltar os petistas corruptos que estão presos. Mas, como o Lula poderá se tornar um presidiário, ele não poderá se candidatar. Então,estou tranquilo. Finalmente, eu teria o prazer de encontrar o senhor Ailton, que não conheço, pois eu respeito a pessoa, sua opinião e qualquer que seja sua ideologia.

José Ruiz Talhari, Rio Preto.

Justiça

Há tempos, a mais alta corte do Poder Judiciário no Brasil vem nos enchendo de vergonha. Como se já não bastassem a corrupção e o desrespeito que hoje representam e simbolizam nossos poderes Legislativo e Executivo - tomados pela podridão -, o Judiciário chafurda-se na lama da vergonha e da imoralidade.

Enaltecidos por suas reluzentes togas, nossos ministros parecem viver em um mundo à parte, distante de todo desmazelo e desordem que hoje assolam nossa sociedade. Ora, se o Poder Judiciário existe para que a Justiça se faça valer, como explicar o caos social-ético por que atravessa o Brasil? Simples, o Poder Judiciário não se faz valer, é uma farsa, um engodo.

O Supremo Tribunal Federal funciona hoje como uma espécie de refúgio para os grandes ladrões que se locupletam das riquezas da nossa pátria: um local seguro, onde a animosidade e os conchavos são garantias para a perpetuação da impunidade. Na guerra interminável dos próprios egos, nossos ministros parecem mais preocupados com o enquadramento das suas imagens na TV e em revistas do que com os gravíssimos problemas que assolam nossa sociedade.

Assuntos de máxima importância para o país são esquecidos em suas gavetas, enquanto os deuses-ministros consomem suas onerosíssimas retóricas para discutirem a legalidade dos cigarros com aromatizantes de menta. Gilmar Mendes parece se divertir ao soltar bandidos comprovadamente envolvidos no mais vergonhoso crime de lesa-pátria de nossa história, um desserviço ao Brasil e aos brasileiros honestos e trabalhadores.

Carmen Lúcia acha que pode resolver nossos problemas usando apenas do seu "senso de equilíbrio superlativo"; talvez seja por isso que Carmen acredita que venceremos a criminalidade galopante no Brasil "enxergando o criminoso, não como bandido, mas como um irmão"!Como acreditar na imparcialidade dos Ministros do Supremo se todos são escolhidos pelo Presidente da Republica, numa consonância explicita com a doutrina política e valores subjetivos do mandatário que ocupa esse cargo? Como o Executivo e o Legislativo, o Supremo Tribunal Federal não nos cansa de mostrar que também se encontra em profunda desarmonia com a realidade do Brasil e dos brasileiros.

Ivo Ceron Junior, Tanabi.

Iamspe

Entrei na Polícia Civil aos 25 anos de idade, portanto pago o Iamspe que cuida da saúde do servidor público. Há mais de 45 anos a princípio o órgão até que funcionava bem. Agora está sucateado e a coisa mais difícil é conseguir um atendimento médico. São poucos médicos e hospitais. Em Catanduva tem uns 3 a 4 médicos gatos pingados e um atendimento péssimo através do hospital Padre Albino. Aqui em Ibirá, nem pensar. Se precisar de atendimento do Iamspe, morre na porta sem atendimento. Somos verdadeiros indigentes públicos.

Além do governo estar há mais de 4 anos sem nos dar um centavo de aumento, ainda congelou o nosso salário. Já se ganha uma miséria, vai passando o tempo e a merreca que ganhamos com a inflação vai se transformar em uma esmola. Poderíamos ser chamados de indigentes públicos. Mas não tem problema não. As eleições vão chegar e vamos usar a arma que temos na mão, o título.

José Pedro Soares Filho, Ibirá.

Justiça injusta

Muito esclarecedor o artigo de Ives Gandra da Silva Martins "Alguns são mais iguais do que os outros?" (Folha, 20/2), citando George Orwell ("A Revolução dos Bichos"), a respeito do pedido de habeas corpus de Lula, aduzindo o princípio constitucional da presunção de inocência, mesmo após condenação em segunda instância.

O julgamento do caso está na Suprema Corte que decidirá se prisão e inelegibilidade de réus devam acontecer logo após a condenação por um Tribunal ou após o término de todos os recursos possíveis, quer dizer "ad infinitum". Se esta segunda hipótese acontecer, deveríamos esvaziar todas as prisões, pois estão repletas de políticos corruptos, entre outros criminosos que não têm dinheiro para contratar advogados famosos.

Salvatore D'Onofrio, Rio Preto.

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