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Diário da Região

21/02/2018 - 00h30min / Atualizado 20/02/2018 - 23h27min

Cartas do Leitor

Intervenção

A mais nova "fake news" da imprensa: "A intervenção militar do Rio de Janeiro, não é uma intervenção militar". Muito hilário mesmo. O interventor é um general do Exército, terá o mesmo poder que o Governador na área da Segurança Pública e não precisará responder ao Governador, haverá uma segurança pública mais robusta e vigorosa, o interventor militar do exército terá plenos poderes sobre unidades policiais, companhias, batalhões, delegacias, guardas municipais, forças de elite.

Ainda que as polícias civil e militar trabalhem em conjunto com o Exército, serão subordinadas a este, o que é isso? É sim uma intervenção militar (Marinha, Exército e Aeronáutica), para o desespero dos bandidos, dos militofóbicos, e de uma parte da imprensa que produz "fake news".

Já tem Estados com inveja dessa intervenção militar. O povo clamou nas ruas e a intervenção chegou. Que venha a intervenção militar para São Paulo, saiam da caserna e venham para Rio Preto. Pelo menos os crimes contra os policiais assassinados ou vitimados, cidadãos e famílias do bem tenderá a cair.

Afonso Martins, Rio Preto.

Rio

Não se constitui em surpresa para milhões a intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, já que desde há muito e muito tempo vem se tornando insustentável a situação de uma cidade em certas ocasiões, principalmente abandonada pelos governantes, muito ao contrário do que está vigilante pela administração, tanto em nível estadual como municipal.

O presidente Michel Temer achou por bem tomar uma decisão inédita em seu governo, que foi a decretação da intervenção, já colocada em prática com a força do Exército em direção ao Rio de Janeiro, tendo em vista a ausência do prefeito Marcelo Crivella em passeio pela Europa com sua comitiva em um momento dos mais difíceis pelos quais está passando a cidade maravilhosa.

Quanto ao governador Pezão, ao contrário do prefeito, com um comportamento melhor, mas descansando em seu recanto sem o incentivo de uma iniciativa que possa contemporizar os efeitos das enchentes, muitos perdendo tudo o que tinha sem um movimento em caráter de urgência para minimizar a situação dos desabrigados.

Com todo poderio de armamento de que dispõem, não há uma previsão se os efeitos irão se tornar o ponto ideal para eliminação dos tráficos e da organização por parte dos traficantes e que desde há muito vem sendo um desafio às autoridades.

Alessio Canonice, Ibirá.

Criminalidade

Depois de um longo e tenebroso atraso, o desgoverno brasileiro decretou intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro, como se isso fosse resolver todas as pendências existentes geradas pela falta de competência de suas autoridades.

Não é só o Rio de Janeiro que está à mercê da ação da bandidagem contra a população, e, sim todo o país, cuja origem é advinda do mau exemplo de nossas autoridades constituídas, diariamente citadas em envolvimentos de corrupção e outras falcatruas. Alguns estados sofrem falta de recursos financeiros provocada por desmandos de verbas gastas em áreas de menor relevância. Esse desgoverno, ao invés de cortar gastos exagerados dentro de suas entranhas, revolveu criar mais um ministério, igualando-se ao famigerado

Armelindo Pestile, Tanabi.

Resposta

Conheci o José Ruiz Talhari e sua esposa numa reunião do PT, na Câmara de Rio Preto. Na época ele era um aliado do Edinho Araújo. Nunca mais tive o desprazer de encontrá-lo. Não sei se ele continua seguindo o alcaide e sua turma, cujo símbolo nacional é o vampiro Temer. Esse sim uma figura exemplar da corrupção brasileira. Esse não precisa inventar teorias jurídicas (domínio do fato, ato de ofício indeterminado), pois tem provas reais do crime: em vídeo dizendo: isso precisa continuar. E tem malas recheadas de dinheiro.

O leitor acima citado parece ter preocupação com o tema corrupção. O que é bom, mas o curioso é que nunca o vi falar de corrupção local (Emurb, Semae, auxílio-atleta, dentre muitas). E muito menos da corrupção dos tucanos paulitas (cartel dos trens e metrô, merenda...). Menos ainda na corrupção no judiciário (venda de sentença, uso indevido do auxílio-moradia).

Estou achando que sua fixação com o PT é o medo que tem de ver o Lula ganhar a eleição no primeiro turno.

Ailton Bertoni, Rio Preto.

Relacionamentos

Nos relacionamentos humanos existem alguns problemas próprios das diferenças individuais, mas que as pessoas são capazes de criar meios eficazes para superá-los à medida que se disponha a interagir positivamente, buscando uma convivência de harmonia e amizade.

Entretanto, há muita gente que trilha caminhos que não condizem com a capacidade nata do ser humano e acaba adotando atitudes inconsequentes e até insanas para poder se relacionar. São pessoas que não conseguem conviver com os outros, conversar, curtir e abraçar, sem fazer uso de alguma substância psicoativa, como por exemplo, o álcool.

É muito comum nas rodas sociais, nos encontros familiares fazer-se uso da famosa "geladinha" como motivação para o relacionamento, o que justifica as bebidas alcoólicas serem a droga mais consumida no mundo.

Sob o pretexto de um hábito social e que tem na propaganda um enorme incentivo para o seu consumo, influenciando no seu uso abusivo, a cerveja é indispensável para grande parte da população em todas as festas, inclusive em aniversários de crianças. Até as propagandas que assistimos na televisão são atrativas, se não pelo produto em si, pelas belas mulheres.

Para os adultos é menos impactante, enquanto para os jovens que ainda não têm a maturidade plena, se tornam alvos fáceis, e acabam se inserindo no vicio do álcool de forma prematura, desencadeando um efeito dominó, que por certo os levará para outros tipos de drogas, as chamadas ilícitas. É preocupante quando o usuário busca na bebida o prazer e a motivação para se relacionar, sem que ele perceba que o uso de modo frequente pode levá-lo à dependência.

José Vicente Berenguel, Rio Preto.

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