Diário da Região

20/02/2018 - 00h30min / Atualizado 20/02/2018 - 00h30min

Cartas do Leitor

Prof. Diego

Gostaria de parabenizar o senhor Diego Mahfouz Faria Lima (reportagem "A alguns passos do "Nobel da Educação'", da edição de 15/02) por ser um dos dez finalistas do Global Teacher Prize deste ano. Espero sinceramente que ele vença e possa usar o um milhão de dólares do prêmio para criar uma ONG para crianças e adolescentes carentes.

Mas, à parte de qualquer prêmio que ganhou ou possa ganhar, esse brasileiro é um exemplo do que um cidadão pode fazer por toda uma comunidade ao transformar uma escola violenta em um ambiente agradável, com gestão participativa e mediação de conflitos.

É um líder inteligente e ativo, mas especialmente sensível e preocupado com o bem-estar das crianças e jovens. O Brasil, com certeza, precisa de mais Diegos e de mais apoio do poder público para iniciativas como essa.

Lara D'Onófrio Longo, Rio Preto.

Previdência

"Deputados da região estão na tropa de Temer para aprovar reforma da Previdência" - Diário da Região. Eu nunca fui petista e tenho convicção de que jamais serei, entretanto, observo: o PT, quando na oposição, se comporta de forma contundente e, diga-se de passagem, não é negativa e muito menos covarde. Mais ou menos assim: se o PT enquanto governo se comportasse como se comporta na oposição, certamente, seria o governo ideal. Infelizmente, fica a impressão de que a filosofia de governo do PT é bipolar, aliás, assim se comportam 90% dos políticos independente dos partidos a que pertençam.

Quanto a aposentadoria, dias atrás, tomei conhecimento de pequeno enredo, qual seja, não haveria a Reforma da Previdência, mas a União assumiria a aposentadoria dos Estados. Destarte, se a folha de pagamento de todos os aposentados fosse hoje transferida para a União causaria impacto imensamente positivo, vez que amanhã a folha de pagamento dos Estados estaria zerada. A partir de amanhã os Estados começariam um novo caminho com as novas aposentadorias.

Detalhe, se você levar em conta a idade dos aposentados, amanhã a folha de pagamento para a União já estaria menor. E mais, ela teria redução gradual e num tempo máximo de 30 anos também estaria zerada. Pois bem, no final desses 30 anos, os Estados teriam outra folha de pagamento e essa novamente seria transferida para a União.

Conclusão: seria uma forma da União colaborar ou investir no desenvolvimento dos Estados, vez que a folga de 30 anos possibilitaria investir na educação, segurança infraestrutura etc. Obs.: anualmente, a União repassaria, no mínimo, os índices de inflação aos aposentados e assim protegeria o "poder de compra".

Jorge Gerônimo Hipólito, via Facebook do Diário, Rio Preto.

Urna eletrônica

Sempre coloquei em questão o uso das urnas eletrônicas no Brasil, pelo simples fato de que países de primeiro mundo não usam e são eles os criadores da informática. Como sabemos, computadores não têm inteligência própria, dependem de um ser humano a programa-lo e, portanto, é um equipamento burro. E é aí que mora o perigo.

Não acredito que urnas eletrônicas individualmente possam ser violadas, mas, sim, na central de computação, para onde o resumo apurado de todas as urnas são computados, e onde poucas ou uma pessoa apenas possam ter acesso, podendo fazer uma alteração na programação e tirar uma porcentagem de votos de um e passar para outro, não alterando portanto o número de votantes.

Como no Brasil não se pode confiar em ninguém, não podemos confiar também nesse sistema que só se usa em países de terceiro mundo. Já existem denúncias a serem investigadas de que países da América Latina que esses sistemas podem ter sido fraudados. E porque não no Brasil? Se é assim, não adiantará não votar em nenhum deles para não reelegê-los nas próximas eleições. Teremos que conviver eternamente com esses caciques canalhas que são macieiras perenes, mas que só produzem maçãs podres a contaminar os restantes.

Cesar Maluf, Rio Preto.

Ao governador

Nós alunos da Escola Estadual Professor Antônio de Barros Serra vimos por meio desta insistir que senhor repense a resposta que foi dada ao nosso requerimento pedindo reformas em nossa quadra.

"Não estamos priorizando cobertura de quadras", foi sua resposta. Entendemos que ao lado de tantas escolas no Estado de São Paulo que faltam condições básicas como xerox, papel e merenda, talvez seja uma presunção nossa pedir um local para termos acesso ao esporte e cultura. Acreditamos que uma quadra esportiva seja um meio de investir na educação pública, pois é essa área que permite que estudantes carentes possam sonhar com um futuro mais justo e igualitário.

Temos consciência que não estamos fazendo um pedido fútil, pois até o Currículo Educacional aborda a área de Educação Física, porém, com o clima da nossa cidade se torna impossível qualquer atividade física sem cobertura sobre nossas cabeças. Além disso, há a principal dificuldade que é a questão da saúde dos alunos do Barros Serra, queimaduras constantes podem levar ao câncer de pele.

Contudo, sabemos que o direcionamento do dinheiro público é uma decisão que passa primeiro pela sua consciência antes de chegar aos cidadãos paulistas. Sabemos que uma grande parte dessa verba é utilizada para marketing e tantas outras coisas secundárias e talvez até desnecessárias em comparação com a nossa quadra, que não temos. Outra grande parte do dinheiro público é usada para a segurança e manutenção de presídios, que são frutos da falta de investimento em educação, esporte e cultura para uma juventude carente. Por isso pedimos que invista em nós!

Permita que tenhamos acesso a uma boa educação, esporte e cultura, pois as outras opções que nos restam são o mundo das drogas e da violência.

Pedimos a Vossa Excelência que pense com carinho e nos dê uma data limite para que tenhamos reformada a nossa quadra e tenhamos condições mínimas de acesso ao esporte e a cultura em nossa escola. E tenho outro pedido, favor mandar no kit de material de 2018, protetor solar e capas de chuva, para que possamos ter aula de Educação Física. Sem mais, aguardamos ansiosamente uma resposta e um compromisso!

Arthur Grigolin Ferreira, presidente da Umes, Rio Preto.

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