Diário da Região

14/02/2018 - 00h30min / Atualizado 14/02/2018 - 00h30min

Cartas do Leitor

Fala, Sincopetro

O Editorial do Diário de 3/2/2018, com o título de "Fala, Sincopetro", cobrou de Roberto Uehara esclarecimentos sobre graves denúncias por ele levantadas após conclusões da CEV no tocante à composição de preços dos combustíveis nos postos locais.

Pois bem, na edição de domingo passado, em meia página do caderno Cidades, o Sincopetro falou. Feito "bagre ensaboado pisando em ovos", o Sincopetro (Uehara) nada falou, limitando-se a culpar a Petrobrás e Distribuidoras pelos preços dos combustíveis.

Faltou dizer ao consumidor rio-pretense o porquê de 100% dos postos associados aumentarem os preços sempre nos mesmos dias e em horários quase iguais. Qual a razão deste alinhamento? Também, por que 100% dos postos não repassam aos consumidores as reduções de preços anunciadas pela Petrobrás?

Outra afirmação sobre preços na região, conforme o Sincopetro, refere-se a donos de postos que compram etanol direto das usinas. Já que o Sincopetro abrange extensa região, por que não identifica e traz ao conhecimento público os autores da prática? O Sincopetro os fiscaliza e pune, uma vez associados? Se sim, de que forma?

Por último, Uehara foi taxativo em dizer que " ... mas vocês não sabem o que corre por trás. Corre muito dinheiro. Tem muita gente interessada e isso é grave". Que gente é essa? Urge saber "o que corre por trás". Igualmente para onde "corre muito dinheiro".

Estes fatores com cheiro de corrupção contribuem para a composição dos preços dos combustíveis? Afinal, ninguém investiria muito dinheiro sem a intenção de recuperá-lo o mais breve possível. Fala de novo, Sincopetro!

Wéliton de Oliveira, Rio Preto.

Carnaval

Há alguns anos sem prestigiar o carnaval de rua de Rio Preto, resolvi dar um pulinho na nova passarela do samba. Fiquei surpreso logo na chegada ao local. Policiamento amplo, trânsito organizado, uma boa estrutura de arquibancadas e iluminação perfeita ao longo do trajeto. E o que mais me chamou atenção foi o "equipamento de som" que durante anos, quando participei e prestigiei, sempre foi um problema na qualidade e intensidade.

Gostei muito, foi prazeroso ver milhares de pessoas curtindo um belo carnaval. Também me surpreendeu a qualidade do desfile que pelo que vimos foi de bom nível.

A "Unidos da Boa Vista, mostrando ser a inesquecível "Águia Negra" de outrora, como sempre sendo difícil conhecer a derrota por sua boa organização, e conjunto impecável na somatória dos quesitos, com a forte batida da bateria com o gogó do João Negrão e dos puxadores de samba.

Tambei gostei muito da apresentação da "Imperatriz Riopretense', me surpreendeu o crescimento da escola que investiu e fez um desfile impecável e grandioso. Agora, para finalizar, gostaria de sugerir à comissão organizadora que abrisse o desfile de forma britânica, com rápida apresentação da Rainha do Carnaval e desfile de blocos para reduzir o tempo de desfile e não prejudicar a última apresentação com demoras desnecessárias.

Mas no geral avalio de forma positiva nosso carnaval, que pode evoluir mais atraindo gente de toda região para vir à cidade curtir um belo desfile das escolas de samba. Parabenizo o prefeito, comissão organizadora e a todos os envolvidos que acreditaram e fizeram um bom carnaval.

Carlos Marechal de Carvalho, Rio Preto.

Ciência e fé

Desejo congratular-me com o professor José Manoel de Aguiar Barros pelo artigo "Ciência e fé" (Diário, 11/2). Não conheço o professor pessoalmente e não tenho afinidade com sua área de interesse (Direito), embora, de há muito, seja admirador de seus artigos, sempre didáticos e instrutivos.

A propósito, há 10 anos tive a alegria de receber um generoso e-mail seu por ocasião de um artigo que publiquei no Diário ("La Môme Piaf"), que o teria transportado "com certa nostalgia" a um café do bulevar Saint Germain, onde costumava ouvir a canção "Non, je ne regrette rien", durante o tempo em que morou em Paris, na década de 70.) Torço para que continue nos brindando com o seu conhecimento e experiência.

Eurípides Alves da Silva, Rio Preto.

Fraternidade

A quaresma, para nós do Brasil, é tempo forte de Campanha da Fraternidade que neste ano tem a paz o objeto de reflexão. O tema: Fraternidade e Superação da Violência, nos leva ao encontro de si mesmo, pois é a partir de nós que a violência se constrói e é também através de nós que ela é superada. A paz pode se definir no encontro do outro já que a mesma não é ausência de conflitos, mas sim de ter atitudes pacíficas diante de situações conflituosas.

Ao defender o respeito à vida humana o cristão escolhe um caminho, faz uma opção, que não passa pela força, nem pela violência, mas pela paz que não se cala diante de atitudes de violência e abre as portas para si e para o irmão. Abramos nosso coração e deixemos transparecer a Bem-Aventurança guardada em cada um de nós. Somos construtores da paz, portanto não deixemos esta oportunidade passar, construamos este caminho, Igreja e Sociedade, sem deixar ninguém de fora.

Padre Joilson Domingos André, Jales.

Desperdício

Muitas obras inacabadas irritam os cidadãos brasileiros, de pontes, hospitais e escolas inacabadas ao Programa Espacial Brasileiro. São bilhões desperdiçados, sem transportar alimentos, sem salvar nem educar ninguém, sem trazer progresso tecnológico, nem científico.

O Brasil investiu muitos bilhões na área espacial, na infraestrutura, em naves e foguetes, em tecnologia e ciência, mas não dá continuidade, não mantém o investimento. E o pior, mais de meio século investido na área.

Mario Eugenio Saturno, Catanduva.

 

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