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MIRASSOL

Câmara rejeita projeto de lei que reduz salário de servidor

O plenário foi ocupado por professoras do ensino infantil que teriam a jornada de trabalho ampliada de cinco para oito horas, e a nomenclatura dos cargos passaria a ser "berçarista" e "monitores".


    • São José do Rio Preto
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Sob pressão, os vereadores de Mirassol rejeitaram projeto de lei que previa a redução no salário de servidores públicos de autoria do prefeito André Vieira (PTB). Foram sete votos contra e dois a favor.

O plenário foi ocupado por professoras do ensino infantil que teriam a jornada de trabalho ampliada de cinco para oito horas, e a nomenclatura dos cargos passaria a ser "berçarista" e "monitores".

Um telão foi montado na parte de fora do prédio do Legislativo para que moradores e familiares dos professores pudessem acompanhar a votação. Rojões foram disparados assim que a proposta começou a ser discutida entre os vereadores.

De acodo com a assessoria da Câmara, apenas dois vereadores votaram a favor do projeto do Executivo: Carlos Divino de Souza, conhecido como Mineiro, e Walmir Junior, ambos do partido do prefeito.

Durante a sessão, os vereadores aprovaram outro projeto de lei que revoga a legislação sobre o direito à estabilidade financeira de funcionários que ocuparam cargos em comissão - de livre nomeação e exoneração do prefeito.

O prefeito voltou a ser derrotado no plenário na votação do projeto de lei complementar que previa a revogação da progressão salarial por tempo de serviço de servidores e professores.