Diário da Região

09/02/2018 - 00h30min / Atualizado 09/02/2018 - 00h36min

VAI-VÉM

Conselheiros do América tiram Zé Branco da presidência mais uma vez

Após recondução, Zé Branco é novamente afastado da presidência do América

Divulgação Advogado Renato Custódio entrega notificação de afastamento para Zé Branco
Advogado Renato Custódio entrega notificação de afastamento para Zé Branco

A recondução de José Carlos Pereira Neto, o Zé Branco, à presidência do América, pela Justiça, durou pouco mais de 12 horas. O presidente do Conselho Deliberativo, Pedro Batista, afastou o cartola do cargo já na manhã desta quinta-feira, 8, pelo prazo de 10 dias, prorrogáveis por mais 10 dias.

Zé Branco informou que seus representantes notificariam a 6ª Vara Cível de que o clube não cumpriu liminar. "Fui cedo, os portões estavam fechados e dois seguranças não me deixaram entrar. Depois veio o doutor Renato (Custódio da Silva - advogado) com a notificação do afastamento. Procurei meu jurídico, fiz um boletim de ocorrência e vamos falar com juiz", disse Zé Branco.

Pedro Batista baseou o novo afastamento de Zé Branco no Artigo 42 do Estatuto Social, por considerar grave as infrações que teria cometido em sua administração entre 2013 e 2015, de acordo com dois relatórios de sindicâncias na época. Até a próxima semana, o Conselho Deliberativo será convocado em regime de urgência para tratar da exclusão de Zé Branco do quadro associativo. "Ele foi reconduzido ao cargo e está afastado como presidente, não como sócio", disse Custódio.

O juiz Marcelo de Moraes Sabbag, da 6ª Vara Cível, além de garantir o retorno de Zé Branco ao Rubro, também havia multado João Eurides Rodrigues em R$ 20 mil por não acatar a liminar de outubro de 2016 que garantiria a recondução de Zé Branco à presidência. Rodrigues era o presidente do Conselho Deliberativo que afastou Zé Branco da presidência em setembro de 2016 e, mesmo com a liminar favorável a Zé Branco, voltou afastá-lo.

Para tentar anular a multa, Rodrigues fez pedido de reconsideração ao magistrado. E já no final desta quinta-feira, Sabbag definiu que esse agravo será julgado em 28 de fevereiro, de acordo com o site do Tribunal de Justiça.

Rodrigues apresentou ao juiz o relatório da sindicância que pedia a cassação de Zé Branco por receber dinheiro do clube na conta de uma sobrinha e ter parentes no Conselho Fiscal, o que é proibido pelo Estatuto.

Na última semana, com o novo pedido de cumprimento da liminar, Rodrigues, por meio do advogado Renato Custódio da Silva, tentou embargar a decisão alegando que o mandato de Zé Branco já havia expirado no final de 2017, juntando inclusive as atas do pleito ocorrido em novembro. Sabbag aguarda posicionamento de Zé Branco.

 

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