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Diário da Região

25/02/2018 - 00h30min / Atualizado 24/02/2018 - 21h26min

Olho vivo

Saiba identificar e evitar fraudes ao abastecer o seu veículo

Conheça as fraudes mais comuns praticadas contra o consumidor quando vai encher o tanque

Guilherme Baffi 19/1/2017 Combustível batizado, gasolina formulada, suspeitas de adulteração no medidor da bomba. Todos cuidados para não cair na fraude.
Combustível batizado, gasolina formulada, suspeitas de adulteração no medidor da bomba. Todos cuidados para não cair na fraude.

Difícil quem nunca tenha saído do posto de combustíveis, logo depois de abastecer, com aquela sensação de que foi enganado. Gasolina "batizada", etanol com água ou quando a bomba registra um abastecimento mas a quantidade de combustível colocada no tanque foi menor. Esses são os golpes mais comuns a que estão sujeitos os consumidores de todo o País, inclusive Rio Preto.

A fraude pode ocorrer em dois aspectos, na qualidade do combustível fornecido ou diretamente nas bombas de abastecimento. Para ajudar a identificar esses problemas, o Diário traz um guia com as fraudes e os cuidados necessários para evitar problemas na hora de abastecer.

De acordo com a Agência Nacional de Gás Natural, Biocombustíveis e Petróleo (ANP), no caso da gasolina podem ocorrer adição de etanol hidratado, solventes ou metanol, o que acaba com a pureza do combustível e afeta o rendimento do veículo.

"A gasolina batizada traz como primeiro sintoma ao carro a dificuldade de partida logo pela manhã, aumento no consumo de combustível e até falhas no funcionamento do veículo", explica Welcio Vitor Bastos, professor de mecânica automotiva do Senai de Rio Preto. A mistura excessiva de etanol na gasolina em um carro flex pode não ser sentida imediatamente, pois a motorização se adapta à mistura, mas o rendimento do veículo começa a cair.

Quando se trata de etanol, a principal fraude é adicionar água além da quantidade adequada. O resultado é aquele típico engasgo. "De manhã, o carro até começa a pegar normal, mas, quando o motorista vai, sair já sente o carro engasgar porque o nível de água é maior", explica.

Em todos os casos, o consumidor precisa ficar bastante atento se perceber alguma diferença de funcionamento do carro e levá-lo ao mecânico. Segundo Bastos, se for a gasolina contaminada, pode até ser necessário retirar o tanque para fazer a limpeza do sistema. "Para o etanol, a gente faz a drenagem, coloca combustível novo, de qualidade, e ainda pode ter que fazer a reprogramação do sistema de injeção", diz.

Fraude na quantidade

A fraude nas bombas tem como objetivo reduzir a vazão do produto, seja de forma mecânica ou com dispositivo eletrônico, estratégia essa que já chegou à capital e grandes cidades paulistas. De acordo com o gestor do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) de Rio Preto, Amaury Kurihara, certas fraudes são imperceptíveis ao olho do consumidor. "O funcionamento da bomba pode ser acionado por controle remoto."

Se suspeitar de problemas desse tipo, de vazão do combustível, o consumidor deve pedir a verificação por meio do medidor de volume. Há o chamado teste dos 20 litros, que pode ser solicitado e feito na frente do consumidor.

No teste, o representante do posto deve utilizar a medida padrão de 20 litros aferida e lacrada pelo Inmetro. A diferença máxima permitida é de 100 ml para mais ou para menos. "Rio Preto tem cerca de 5,1 mil bombas", comenta Kurihara. "O que ocorre eventualmente é estarem fora da tolerância de 5%, mas não quer dizer adulteração."

Fiscalização

No ano passado, o Ipem fiscalizou 4.848 bombas em Rio Preto. Do total, 268 foram reprovados por motivos como mau estado de conservação, por exemplo. Outras 52 foram autuadas por erros no volume, vazamento no bloco medidor e falta de lacre. A autuação varia de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, dependendo da irregularidade.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro) de Rio Preto, Roberto Uehara, afirma que irregularidades podem ocorrer, mas o sindicato não tem como provar. Ele faz essa ressalva questionando os preços muito abaixo dos valores de mercado praticados por alguns revendedores. "Os postos sabem que a conduta a seguir é rigorosa, que se não seguí-la pode ter a inscrição estadual cassada e o posto vai ser fechado", afirma.

 

'Gasolina formulada' confunde motorista

Thomaz Vita Neto/Arquivo Consumidor deve observar o rendimento do carro após abastecê-lo
Consumidor deve observar o rendimento do carro após abastecê-lo

Gasolina na bomba do posto é tudo igual? Há quem diga que não, há quem garanta que sim. Nesta confusão de informações, é o motorista quem fica sem saber o que pensar às voltas com a notícia de que tem estabelecimentos vendendo "gasolina fomulada", um veneno para o motor.

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro) de Rio Preto, Roberto Uehara, a gasolina formulada é encontrada principalmente nos postos de bandeira branca. "Em média, o preço do litro é R$ 0,30 a R$ 0,40 menor", afirmou. Ele explica que o produto tem performance inferior e prejudica o rendimento e aumenta o desgaste do motor e outras peças.

Toda gasolina é obtida a partir da destilação do petróleo. Aquecido em diferentes etapas, o óleo bruto se transforma em gás, gasolina, naftas, querosene e outros produtos. A gasolina obtida neste processo, nas refinarias da Petrobras, é conhecida como "gasolina refinada".

Mas outras empresas produzem a gasolina a partir de naftas, mais baratas, e agrega a estas frações, ou "correntes", de hidrocarbonetos (compostos químicos constituídos apenas por átomos de carbono e hidrogênio) de modo a que o composto apresente as especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para a gasolina.

O resultado é um combustível com as mesmas características de performance que aquela destilada, embora com um custo menor de produção.

Segundo a Petrobras, a confusão que ocorre no mercado entre combustíveis refinados e formulados deve-se possivelmente a definição de formuladores que consta na Resolução ANP nº 5/2012 que define a "formulação de combustíveis" como a "produção de combustível líquido, exclusivamente por mistura mecânica de correntes (frações) de hidrocarbonetos líquidos". Assim, os chamados formuladores produzem gasolina por mistura de correntes que eles adquirem de produtores e que o mercado vem denominando de "gasolina formulada".

A ANP afirma que toda gasolina produzida no Brasil e no mundo é formulada, até porque no País há adição de etanol, e considera o produto obtido a partir da adição de hidrocarbonetos normal.

Para a agência, o importante é que toda gasolina, qualquer que seja o método de produção, atenda as especificações estabelecidas por ela. "Se estiver, é considerada boa. Se não estiver, quem comercializá-la, ou distribuí-la estará sujeito a interdição e multa", afirma nota.

"Com o objetivo de alcançar os atuais padrões de qualidade, o processo produtivo da gasolina se caracteriza pela mistura de frações de hidrocarbonetos obtidas por diferentes processos nas refinarias", afirma aquela Agência. "Esse processo de misturar as diferentes correntes de hidrocarbonetos, com o objetivo de enquadrar a qualidade da gasolina nos atuais padrões determinados pela ANP, se resume em 'formular' o produto. Desta maneira, não há que se falar em gasolina formulada ou comum. Atualmente, toda a gasolina produzida no Brasil e no mundo destinada ao consumidor final é formulada, seja na refinaria ou nos agentes autorizados a esta atividade."

É legal, mas...

A chamada "gasolina formulada" não é considerada ilegal desde que atende às especificações da ANP. A afirmação, no entanto, encontra resistência entre especialistas.

É o caso do mecânico Emerson Aro explica que há muita controvérsia sobre o combustível formulado e que, em geral, os danos nos veículos estão relacionados às borrachas. "Nos carros que têm reservatório de partida a frio, costuma derreter mangueiras e anel de borracha", diz. O custo varia de R$ 20 a R$ 100. Há quem aponte falhas no motor em função desse tipo de combustível.

O professor de mecânica automotiva do Senac, Welcio Vitor Bastos, explica que, quando o motor não consegue fazer a queima da gasolina, ela pode contaminar o óleo lubrificante. "Dessa forma, pode danificar a parte mecânica do motor por falta de lubrificação."

Como os postos não identificam qual o tipo de gasolina é fornecida, especialistas aconselham ao consumidor que passe a acompanhar o rendimento do carro a cada abastecimento para ver como se comporta. Se o veículo apresentar perda de desempenho após o abastecimento ou tiver dificuldade para firmar o funcionamento após a ignição, é sinal que a gasolina utilizada pode estar com problemas. Neste caso, é melhor trocar de fornecedor. Em alguns casos, pode ser necessário procurar um mecânico de confiança para ajustes no motor.

Arnaldo Vieira, diretor do Procon Rio Preto, diz que não recebeu nenhuma reclamação por conta desse tipo de gasolina. "Se chegar uma denúncia em que o consumidor foi lesado de alguma forma vamos pedir uma fiscalização da Fundação Procon e do Inmetro para conferir a qualidade desse combustível."

(colaborou Isabela Menezes)

 

Tanque de 55 litros 'engole' 65 e gera suspeita

Posto colocou 65 litros no carro com tanque para 55 litros
Posto colocou 65 litros no carro com tanque para 55 litros

Uma situação que chama a atenção de muitos motoristas é o fato de "caber" mais combustível no tanque do veículo do que informa o manual. É o que aconteceu com uma leitor que relatou ao Diário que foi abastecer seu Sportage 2014 em um posto de Rio Preto e a nota fiscal de pagamento acusou 65 litros. O manual revela uma capacidade máxima de 55 litros no tanque do veículo. "Notei inclusive o frentista mexendo numa alavanca e achei estranho", disse a proprietária do veículo.

De acordo com a assessoria de imprensa da Kia, fabricante do Sportage, o tanque do modelo ano 2014 tem capacidade para 58 litros (e não 55), mas se o proprietário ultrapassar o limite, ou seja, colocar combustível inclusive nas mangueiras, pode chegar a 62 litros, o que não é indicado porque pode haver vazamento e levar combustível ao canister (filtro de carvão ativado).

A montadora, no entanto, afirma que não é possível chegar a 65 litros, como aconteceu com a rio-pretense.

Especialistas ouvidos pelo Diário dizem que nem sempre é fraude. O mecânico Emerson Aro conta que esse assunto sempre gera dúvidas. O que pode ocorrer, explica, é que quase sempre cabe mais combustível do que a capacidade do reservatório.

"O frentista pode continuar enchendo o tanque depois que a trava de segurança é desligada, passando desse limite", afirmou. Mas esse não é um procedimento adequado porque estragar o filtro que compõe o tanque. "O respiro para os gases tem um filtro de carvão aditivado que, se receber muito combustível, pode desmanchar e levar cheiro para o carro", comentou.

Segundo o professor de mecânica de automóveis do Senai de Rio Preto Welcio Vitor Bastos, os carros têm um sistema de respiro, de ventilação, que é proporcional ao tamanho do tanque. Quanto maior o carro, maior o sistema, principalmente em vans, SUVs e sedãs maiores.

"Carros grandes têm sistema de respiro, de ventilação, maior. Então, vai caber mais combustível porque vai encher as mangueiras que antes teriam gás." O problema é que esse sistema deve receber apenas gás e pode ser danificado com combustível líquido, o que vai alterar a marcha lenta, dificultar a partida e até aumentar o consumo de combustível.

Teste

Essa questão é tão controversa que a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) contratou, no ano passado, o grupo de controle de qualidade Falcão Bauer para fazer o teste de volumetria em 13 veículos de diferentes marcas e modelos. Os resultados demonstraram que há diferenças expressivas, de 35% a 36,5% a mais no tanque dos veículos testados.

O estudo aponta que no Duster, da Renault, o manual registra a capacidade máxima de 50 litros no tanque, enquanto couberam 68,2 litros. No Logan, também da Renault, com capacidade também de 50 litros, couberam 67,8 litros. No Fiat Uno, entretanto, a variação é de apenas 1,9%, já que a capacidade é de 48 litros e foram abastecidos 48,9 litros. O único modelo que não registrou diferença foi a S10 Rodeio, da Chevrolet.

Segundo a Fecombustíveis, a única montadora a responder o questionamento foi a Renault, que estranhou a diferença, mas informou que tecnicamente é possível ter uma variação para mais ou para menos.

"Além dessa questão, pode haver ainda uma diferença no ponteiro do marcador. Em caso de suspeita, o consumidor pode pedir na hora para que seja feito a medição de 20 litros", afirma o gestor regional do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) de Rio Preto, Amaury Kurihara. (LM)

Leia mais na página 8A

Veja as fraudes e como se defender delas

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Adição de etanol hidratado na gasolina (por lei, a gasolina deve conter 27% de etanol anidro). Num carro flex, os prejuízos são menores. No geral, causa dificuldade na primeira partida ou o carro nem pega. Além disso, o consumo aumenta e o rendimento diminui.

Utilizar solventes que deveriam ser destinados para a indústria química como gasolina. Normalmente, podem ser misturados benzeno ou querosene, que têm poder calorífero menor. A mistura pode gerar ruído metálico no motor (pino batido), perda de rendimento, e, dependendo da quantidade, o motor pode até fundir se houver derretimento do pistão

Adição de metanol na gasolina - O metanol tem grande poder calorífico. Num carro flex não gera problemas, mas gera um custo por quilômetro rodado maior. Num carro movido a gasolina, o carro perde potência e ocorre um maior consumo de combustível

 

Na qualidade no etanol hidratado

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Adição de água - Esse é o grande problema do etanol combustível, chamada de etanol molhada, que deve ter o teor alcoólico entre 92,5% e 95,4%, de acordo com a ANP. Os principais impactos do aumento da água é a perda de dirigibilidade: o carro falha, "afoga", não ajusta a marcha lenta, etc. Além disso, aumenta a dificuldade de partida, ocorre perda da potência e aumento do consumo do combustível.

O que fazer: Os consumidores que desconfiem de problemas na qualidade da gasolina ou do etanol podem exigir a realização dos testes de qualidade

 

Nas bombas

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A fraude nos equipamentos medidores (bombas) consiste em reduzir a vazão do produto, quer de forma mecânica ou por meio de dispositivo eletrônico, o que acaba fornecendo ao consumidor uma quantidade menor de produto daquela indicada nos visores das bombas

O que fazer: Se suspeitar de problemas ou fraudes na vazão do combustível, os consumidores podem pedir a verificação do quantitativo por meio do medidor de volume (aferidor).

 

Onde denunciar irregularidades

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Sitewww.anp.gov.br/faleconosco

Telefone: 0800 970-0267

Fonte - Agência Nacional de Gás Natural, Biocombustíveis e Petróleo (ANP)

 

Combustíveis não têm preço tabelado

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Desde 2002, não há qualquer tipo de tabelamento, valores máximos ou mínimos, nem autorização prévia da ANP para reajustes. Para orientar sua compra, consulte a pesquisa semanal de preços da ANP na internet (www.anp.gov.br/precos), também dis ponível em celular (www.anp.gov.br/mpreco)

Pague pelo que vê

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Preço é item importante na decisão de compra. Por isso, a ANP exige que o posto exiba os preços dos combustíveis bem visíveis em painel logo na entrada, dia e noite. O preço de um combustível exibido no painel deve ser igual ao cobrado na bomba. Cuidado com as falsas promoções

3 - Confira a origem do combustível

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O posto deve informar claramente de onde vêm seus produtos. Os postos de bandeira branca (sem distribuidora exclusiva) têm que informar - em cada bomba - qual distribuidora forneceu o combustível. Quando a gasolina, o etanol ou o diesel forem aditivados, o posto deve expor claramente essa informação na bomba de combustível

Fique de olho no etanol hidratado

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O etanol adequado para motores deve ter teor alcoólico entre 92,5% e 95,4%. Ou, no caso do etanol premium, ter entre 95,5% e 97,7%. Para conferir, consulte o termodensímetro, equipamento obrigatório que deve estar fixado nas bombas de etanol. Observe o nível indicado pela linha vermelha, que precisa estar no centro do densímetro - não pode estar acima da linha do etanol. Observe ainda se o etanol está límpido, isento de impurezas e sem coloração alaranjada

Verifique a certificação da bomba

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Os equipamentos medidores (bomba medidora para combustíveis líquidos ou dispenser para GNV) de todos os postos devem - obrigatoriamente - estar aferidos e certificados pelo Inmetro

Peça o teste da proveta

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Se você suspeitar da qualidade de uma gasolina, pode e deve pedir no posto que seja feito, na hora, o teste da proveta, que mede a porcentagem de etanol anidro misturado à gasolina

Não caia no golpe da bomba baixa

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Exija o teste de volume: caso desconfie que a quantidade de combustível abastecida no tanque do carro é menor do que a registrada na bomba, peça ao posto para testar o equipamento na sua frente. No teste, o representante do posto deve utilizar a medida padrão de 20 litros aferida e lacrada pelo Inmetro. A diferença máxima permitida é de 100 ml para mais ou para menos

Saiba o que o posto não pode

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Vender combustível impondo a condição de que o cliente compre outro produto ou serviço. Isso é venda casada, proibida por lei

Limitar a quantidade de combustível que vende a cada cliente

Recusar a realização de testes previstos na legislação, quando solicitados pleo consumidor (teste de volume ou proveta, por exemplo)

Exija sempre sua nota fiscal

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E não deixe de guardá-la. A nota fiscal é a prova de que você comprou combustível naquele posto

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