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Diário da Região

01/02/2018 - 22h45min / Atualizado 01/02/2018 - 22h45min

CASA PRÓPRIA

Temer quer 700 mil unidades do 'Minha Casa'

Presidente afirma que país retomou rumo do desenvolvimento

Antonio Cruz/Agência Brasil O presidente Temer, ontem:
O presidente Temer, ontem: "Estamos entrando em um período eleitoral e haverá disputas e controvérsias"

Depois de não cumprir a meta de contratar 610 mil moradias em 2017, o presidente Michel Temer anunciou que o governo assume o compromisso de financiar ou bancar para os mais pobres entre 600 mil e 700 mil unidades do Minha Casa Minha Vida neste ano.

"Isso beneficiará não apenas as pessoas mais pobres, como também o setor da construção civil que é o que mais gera empregos no País", afirmou o presidente durante evento da Caixa.

O governo descumpriu a meta do Minha Casa em 2017. Somando as quatro faixas do programa, a gestão Temer firmou contratos para financiar com juros mais baixos - e subsidiar, no caso, dos mais pobres - 442,2 mil unidades habitacionais no ano passado: 72,5% da meta de 610 mil. Foi a primeira meta descumprida do governo Temer para o Minha Casa, programa de habitação popular que foi usado como uma das principais vitrines das gestões petistas. No ano passado, o governo contratou apenas 23 mil moradias destinadas a famílias que ganham até R$ 1,8 mil. Isso representa apenas 13,5% da meta de 170 mil.

Segundo Temer, os ministros do seu governo trabalham em harmonia e de forma conjugada. "Este governo fez o que o Brasil precisava e a Caixa teve sempre papel extraordinário", reafirmou.

Campanha

No evento, Temer disse que os candidatos à Presidência que desejarem contestar o governo nas eleições deste ano terão que se assumir contrários à responsabilidade fiscal e à inflação baixa.

"Estamos entrando em um período eleitoral e haverá disputas e controvérsias. É natural que alguns candidatos apoiem o que o governo fez e outros não. Mas quem quiser contestar as obras do governo terá que dizer que é contra o Teto de Gastos, porque quer gastar à vontade e não se importa com a responsabilidade fiscal", afirmou, em evento da Caixa Econômica Federal.

Segundo ele, os candidatos críticos ao governo terão que dizer que são a favor de um ensino médio "anacrônico" e que são contrários à modernização da legislação trabalhista. "Quem quiser contestar o governo terá que dizer que é contra a inflação de 2,95% e contra os juros baixos, de 7%. Terá que dizer que é contra a abertura de postos de trabalho e contra a Bolsa de Valores ter atingido pico de 86 mil pontos. Ou seja, terá que ser a favor da falta de credibilidade do País", completou.

Retomada

Temer reafirmou que o Brasil retomou o rumo do desenvolvimento em seu governo, em um evento da Caixa Econômica Federal (Caixa), em Brasília. Temer destacou o papel social do banco e voltou a defender as principais ações de seu governo, como a definição de um teto para os gastos públicos, a reforma do ensino médio e a retomada da abertura de vagas de trabalho.

"Este governo, de um ano e oito meses, fez o que o Brasil precisava e, nesse particular, a Caixa teve sempre um papel extraordinário. Todos sabemos que a vocação da Caixa transcende e supera muito a de um banco comercial. Lembro da alegria quando liberamos o Fundo de Garantia (por Tempo de Serviço), aqueles R$ 44 bilhões que injetamos na economia brasileira", disse Temer. "E agora ainda estamos lançando o pagamento das contas do PIS/Pasep, que pode colocar R$ 1,6 bilhão em circulação. Nesses casos todos, a Caixa foi fundamental para levar adiante operações de enorme complexidade", completou.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também exaltou a melhoria na governança e parceria do banco para consolidar ações pelo crescimento econômico do país. "A Caixa trabalha na mesma direção com que estamos trabalhando no país, com programas de ganho de eficiência, dimensionamento da rede, com automação e melhoria nos processos", disse. "A Caixa financia o consumo e o investimento, seja residencial, comercial, seja das empresas, e portanto esta inserida dentro da economia diretamente".

 

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