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Diário da Região

27/02/2018 - 00h30min / Atualizado 26/02/2018 - 19h19min

Cozinheiro de talento

Giovanni De Lorenzi fala sobre o seu personagem em Deus Salve o Rei

Personagem do ator Giovani De Lorenzi na novela Deus Salve o Rei, da Globo, troca as armas pelas panelas, para a tristeza de seu pai, que é militar

TV Globo/Divulgação Ulisses, personagem de Giovanni De Lorenzi, disputa o amor de Selena (Marina Moschen) com Saulo (João Vithor Oliveira).
Ulisses, personagem de Giovanni De Lorenzi, disputa o amor de Selena (Marina Moschen) com Saulo (João Vithor Oliveira).

Rosto novo na televisão, Giovanni De Lorenzi integra o elenco de Deus Salve o Rei, trama das 19h da Globo, como o Ulisses. Seu personagem vive um conflito com o pai, Romero (Marcello Airoldi), instrutor da Academia Militar de Montemor, que não se conforma com a falta de aptidão do filho para o exército.

Para piorar a situação, o rapaz descobre que o seu verdadeiro dom é cozinhar. E quem vai ajudá-lo a seguir seu caminho é Selena (Marina Moschen), que também tem o coração disputado por Saulo (João Vithor Oliveira).

Como surgiu a oportunidade de fazer parte do elenco de Deus Salve o Rei?

Giovanni De Lorenzi - O nosso comandante, o diretor Fabrício Mamberti, viu um teste que eu havia feito anteriormente e gostou bastante.

É a sua primeira novela?

Giovanni - Desde criança sou fissurado no mundo medieval, então é um sonho tudo o que está acontecendo. Quanto ao trabalho, venho do cinema e lá o tempo é outro. Achei que teria dificuldade de me adaptar à velocidade com que as coisas são feitas na TV. Porém, graças a Deus, isso não foi um problema, pois começamos a novela com 30 capítulos de antecedência devido à computação gráfica da produção. Consequentemente, gravamos em um ritmo mais lento e a diferença não é tão grande nesse projeto.

Que caminhos você percorreu como ator até chegar à novela?

Giovanni - Comecei com um filme chamado Marulho (2015) e, com ele, me ambientei na área e fui aprovado para fazer 171 - Negócio de Família (2017), uma série gravada na Mooca, em São Paulo. No meio desse projeto, me convidaram para participar de um longa independente chamado Ivan, para um edital em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos. O meu último filme antes de Deus Salve o Rei se chama Ferrugem e está previsto para ser lançado no Brasil em setembro.

Em Deus Salve o Rei, o Ulisses é um aluno da Academia Militar, mas que é inapto para o exército e adora a cozinha. Como você vê esse dilema do personagem?

Giovanni - Essa inaptidão bélica do personagem é parecida com o que eu sentia nas aulas de educação física. Sou incapaz de jogar futebol. O Ulisses sofre com isso, pois, além de ser constantemente ridicularizado pelos colegas, quer, acima de tudo, agradar ao pai, que sonha em ter um filho que honre a linhagem de excepcionais guerreiros da família. Para corresponder às expectativas paternas, ele deixa de lado a si mesmo. Fica tão distante de suas vontades que nega o dom que tem para cozinhar em um primeiro momento. Até que Selena o inspira a seguir seu próprio caminho.

Como você vê esses conflitos entre Ulisses e o pai?

Giovanni - Ulisses adora seu pai, a ponto de passar anos seguindo uma vida da qual não gosta. Romero também ama seu filho, porém não sabe lidar com o fato de o rapaz não ter gosto pelo serviço militar. Falta comunicação: eles não dizem o que querem um para o outro. Mas, em algum momento, tudo chega a um limite.

Além desse conflito entre ficar na Academia Militar ou cozinhar, Ulisses se envolve com Selena. O que você acha desse casal?

Giovanni - Eles têm uma relação pelo deslocamento e por não estarem seguindo seus próprios caminhos, portanto são mutuamente essenciais naquele momento. Terem se conhecido foi o que fez com que se encontrassem, não um no outro, mas em si mesmos.

Como foi o período de preparação para a novela?

Giovanni - Foi intenso e fundamental para me ambientar com as outras pessoas do elenco. Acho muito importante a intimidade e a confiança em um projeto como esse.

Que aulas você teve?

Giovanni - Em questões de habilidade, foi uma bateria grande de informação: equitação, escalada, cozinha, lutas, tiro com arco e dança. As formas de trabalhar o físico eram totalmente diferentes de uma atividade para outra. Quando acabou, eu estava mudado, e queria mais.

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