Diário da Região

12/02/2018 - 10h18min / Atualizado 12/02/2018 - 14h20min

CARNAVAL 2018

Alegria e emoção no desfile das escolas rio-pretenses

O público, que lotou as arquibancadas, exaltou cada bloco e agremiação que desceu a avenida, resgatando a tradição do carnaval de rua em grande estilo

Ricardo Boni/Divulgação Comissão de frente e carro abre-alas da Unidos Boa Vista, que homenageou Edson Baffi
Comissão de frente e carro abre-alas da Unidos Boa Vista, que homenageou Edson Baffi

A alegria e a emoção tomou conta da Avenida Duque de Caixas na noite deste domingo, 11, quando foram realizados os desfiles dos blocos e das escolas de samba de Rio Preto. O público, que lotou as arquibancadas montadas em frente ao prédio da Swift, exaltou cada bloco e agremiação que desceu a avenida, resgatando a tradição do carnaval de rua em grande estilo.

Entre os blocos, predominou a animação. Mas também houve espaço para a conscientização. O Obará - Bloco Afro, que desfilo sob o compasso de ritmos da cultura musical africana, levantou sua bandeira contra toda forma de opressão, da racismo ao machismo. Também desfilaram os blocos do Saci e do Vasco, além do Vassoura Mágica, com garis que realizam a limpeza urbana da cidade.

Uma profusão de cores marcou o desfile da Império do Sol, que levou para a avenida um enredo em homenagem ao astro que lhe dá nome. O desfile começou numa profusão de tons amarelos, com o sol ganhando o horizonte no antigo Egito, e terminou no Japão. Aliás, o diálogo com a cultura japonesa rendeu uma dobradinha muito criativa na bateria, que contou com a participação do grupo Hatsumi Taikô e seus tambores. Com 12 anos de trajetória, o grupo participou de um desfile carnavalesco pela primeira vez.

Uma contagiante emoção embalou o desfile da Unidos da Boa Vista, que prestou homenagem ao fotógrafo Edson Baffi. Artistas, jornalistas, fotógrafos e familiares se uniram à comunidade para dar vida a um desfile impecável, sem 'buracos' na evolução. O homenageado foi personificado na comissão de frente, com atores caracterizados como fotógrafos das antigas máquinas lambe-lambe.

Última escola a desfilar, a Imperatriz Rio-pretense tem um show no quesito alegorias ao levar para a avenida a história da máscara, tão presente na origem do próprio carnaval. Teve até carro abre-ala 'importado' de Parintins, cidade do Amazonas que é referência em novidades em desfiles de rua. A bateria também se diferenciou com um breque de funk.

A escola campeã do carnaval rio-pretense será conhecida nesta segunda-feira, às 16h, quando serão abertos os envelopes com as notas dos jurados dos desfiles, na sede da Secretaria Municipal de Cultura.

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