Diário da Região

11/02/2018 - 00h30min / Atualizado 10/02/2018 - 19h00min

SAÚDE

Hospital de Base e ICA fazem mutirão de ressonâncias

Serão feitos 88 testes de imagem na segunda e na terça-feira. Expectativa é zerar a fila de espera

O Hospital de Base e o Instituto do Câncer (ICA) realizam no Carnaval um mutirão de exames de ressonância magnética. Serão feitos 88 testes em 56 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). 

As pessoas já foram comunicadas sobre o agendamento dos exames. O mutirão acontece na segunda e terça-feira, dias 12 e 13 de fevereiro, das 7h às 18h30, utilizando os dois aparelhos do Hospital de Base.

De acordo com Vitor Amaro Muniz,  médico radiologista, a ressonância magnética é um exame de imagem que serve para "estadiar" um câncer. "Ou seja, ele mede o tamanho da neoplasia, consegue dar a dimensão dele, ver se ele invade estruturas adjacentes e, se sim, se tem ou não metástases à distância." Metástase é o nome que se dá à migração do tumor a outra área do corpo. 

O médico afirma que a expectativa é zerar a fila de espera pelo exame. O tempo que o paciente aguarda por um teste do tipo varia entre três e quatro meses. Se feito antes, melhor para o tratamento. "A demanda é muito grande, sempre tem pacientes. Quanto antes diagnosticado e tratado o câncer, o prognóstico é muito melhor", diz. Muniz fala que os laudos sairão no menor tempo possível. 

A ressonância pode ser indicada para tumores em todos os lugares, conforme o tipo de neoplasia. A análise cabe ao médico. O custo de um exame do tipo pode ser de cerca de R$ 500 para os membros, de R$ 700 para o encéfalo e de R$ 1 mil para o abdome. 

Maria de Paula Clugg, cabeleireira de 57 anos, é uma das pacientes agendadas para fazer o exame, que acontecerá na segunda-feira, 12. Em dezembro, ela veio do Mato Grosso para Neves Paulista - mais próximo de Rio Preto - para buscar tratamento no Hospital de Base.

A primeira consulta ocorreu em 4 de janeiro. "Me puseram no encaixe bem rápido, não tive que esperar muito tempo", afirma. Desde fevereiro de 2016 ela faz tratamento contra um câncer na pelve. Atualmente passa por quimioterapia e a expectativa é que, com o exame, possa fazer uma cirurgia para remover a massa. 

Ela ficou feliz quando soube que poderia fazer a ressonância mais cedo. "Chorei de emoção, a gente já está há muito tempo nesse tratamento. Fazer esse exame e essa cirurgia é o que mais eu espero."

 

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