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Diário da Região

24/02/2018 - 16h43min / Atualizado 24/02/2018 - 18h15min

ELO COM RIO PRETO

Preso em Miami maior traficante de armas do Brasil

Frederik Barbieri é pai de João Barbieri, preso em julho do ano passado em Rio Preto, acusado de integrar quadrilha internacional que vendeu pelo menos 1.043 fuzis com carregadores no período de dois anos, entre 2014 e 2017.

Reprodução Frederik Barbieri
Frederik Barbieri

O Serviço de Imigração e Alfândegas prendeu na madrugada deste sábado, 24, na Flórida, o brasileiro radicado nos Estados Unidos Frederik Barbieri, apontado como o maior traficante de armas para o Brasil. A informação é da Rede Globo. Barbieri seria responsável, por exemplo, pelo envio de 60 fuzis, avaliados em R$ 4,2 milhões, que foram apreendidos no aeroporto do Galeão, no Rio, em 1º de junho de 2017 - foi a maior apreensão no País pelo menos desde 2007. O filho dele, João Filipe Barbieri, 27 anos, foi preso em julho do ano passado em um condomínio de luxo em Rio Preto, onde morava, acusado de integrar o esquema do pai.

João Felipe, que permanece preso preventivamente no Rio de Janeiro, é acusado pela Polícia Federal de ser um dos gerentes da quadrilha internacional de tráfico de armas liderada por Frederik, que vendeu pelo menos 1.043 fuzis com carregadores no período de dois anos, entre 2014 e 2017.

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) denunciou João Filipe e outras 15 pessoas envolvidas em tráfico internacional de armas. Ao longo de três anos, os acusados importaram 75 vezes armamentos em desacordo com as exigências legais. Nas declarações de importação, constavam aquecedores e bombas d’água, mas, na verdade, chegavam ao Brasil meras carcaças dos produtos declarados, em que no interior eram escondidas armas de fogo, acessórios e munições de uso restrito.

A carga estava escondida em um contêiner, dentro de aquecedores de piscina com fundo falso - cada aquecedor guardava oito fuzis. Ao todo havia três modelos dessas armas: 45 eram AK-47; 14, AR-10; e um, G-3.

O fuzil AK-47 é o preferido pelos criminosos porque não exige manutenção e é mais resistente. Já o AR-10 é mais moderno e equipa agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Novas, mas com numeração raspada para dificultar o rastreamento, as armas haviam chegado de Miami em dois voos. Na ocasião, quatro homens foram presos preventivamente acusados de envolvimento com o caso.

(Com Agência Estado)

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