Diário da Região

27/02/2018 - 22h48min / Atualizado 27/02/2018 - 22h48min

DOAÇÃO DE MEDULA

'Bia ainda Vive' mobiliza estudantes

Divulgação Cartaz da campanha
Cartaz da campanha "Bia ainda vive": sensibilização para doar

Com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da doação de medula, o capitão Anderson Ferreira Nunes, do 17° Batalhão da Polícia Militar do Interior, em Rio Preto, lançou a campanha "Bia ainda Vive", em parceria com a Unilago. O objetivo é incentivar a doação e difundir informações corretas sobre o procedimento. O objetivo é levar a iniciativa a outras faculdades e empresas de Rio Peto e região.

A parceria o chamado o trote solidário. Alunos dos cursos que aderirem à campanha poderão se cadastrar até o dia 31 de maio ou atualizar o cadastro no Hemocentro de Rio Preto. Como incentivo, receberão 20 horas de créditos de atividades extracurriculares, sendo necessário apenas uma comprovação da ação solidária.

Segundo Ermerson Souza, coordenador do curso de ciências contábeis e um dos idealizadores da ação, a ideia nasceu a partir da necessidade de conscientização para a doação de medula óssea no País. "A ideia surgiu em razão da comoção causada pelo drama da pequena Bia, e muitos de nós sentimos como se fosse da família. No início de todos os semestres fazemos alguma campanha chamada 'trote solidário' e dessa vez senti que havia a necessidade de fazermos uma campanha de conscientização para aumentar o número de doadores", disse o coordenador.

O caso a que Emerson se refere é o de Beatriz Migliari de Lima Nascimento, que nasceu no Hospital da Criança e Maternidade (HCM) de Rio Preto com leucemia linfoide aguda e a família realizou uma campanha com objetivo de conseguir um doador de medula óssea que fosse compatível com a criança.

Bia, como era chamada carinhosamente, sensibilizou muitas pessoas, inclusive esportistas e artistas. No final do ano passado ela foi transferida para o Hospital Samaritano, em São Paulo, e morreu no dia 13 de janeiro, aos 2 anos.

De acordo com o capitão, o intuito da campanha é quebrar alguns mitos sobre o procedimento, inclusive de que o transplante é a retirada da coluna e que pode causar mal ao doador. "Nas palestras que costumo fazer eu mostro alguns vídeos para sensibilizar, explico como é feita a captação da medula, mostro a real situação sobre as doenças que afetam o sangue. Quando fazemos campanhas de doação para uma determinada criança, as pessoas esquecem que infelizmente não é só ela que precisa de transplante", disse.

 

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