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Diário da Região

22/02/2018 - 22h49min / Atualizado 22/02/2018 - 22h50min

SONHO

Luiz, bombeiro por um dia

Jovem de 22 anos tem uma doença degenerativa que o impede de caminhar, mas tem o sonho de ser bombeiro. Fisioterapeuta do Lucy Montoro mobilizou corporação para dar este gosto ao paciente

Divulgação/Hospital de Base Luiz Figueiredo Neto
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Luiz Figueiredo Neto faz "pose" junto com a corporação de Rio Preto

Nesta quinta-feira, 22, ainda que por algumas horas, Luiz Figueiredo Neto, de 22 anos, realizou o sonho de infância de ser bombeiro. Ele tem tetraparesia, uma doença degenerativa que vai aos poucos comprometendo sua capacidade de se movimentar e também de falar.

Há três meses, é atendido pela equipe multidisciplinar do Instituto Lucy Montoro, em Rio Preto. Comentou com o fisioterapeuta Luiz Tadeu que tinha o sonho de ser bombeiro, e o profissional resolveu mobilizar a todos para ajudar o paciente a realizar esse desejo. Os funcionários entraram em contato com o Corpo de Bombeiros de Rio Preto, que imediatamente embarcou na ideia de alegrar a vida do jovem.

Segundo a mãe de Luiz Neto, Simone Vieira da Silva, escriturária de 44 anos, era mais um dia normal de tratamento. Ele estava fazendo a sessão de fisioterapia quando, pela janela, viu o caminhão dos bombeiros se aproximando. Ela e o filho não sabiam de nada, mas entre a equipe estava tudo combinado.

Os membros da corporação levaram o jovem para fora. Lá, ele "apagou" um incêndio, vestiu a farda, tirou fotos e ainda foi levado para dar uma volta no caminhão. "Foi legal, eu gostei, foi emocionante", afirmou.

Simone conta que desde pequeno Luiz tem sonho de ser bombeiro e tem coleção de carros de brinquedo da corporação. "Ele fala que é o sonho dele para salvar vidas, só que hoje ele não pode por conta dos problemas que ele tem", lamenta. A tetraparesia foi diagnosticada aos nove anos de idade, e desde os 17 Luiz depende da cadeira de rodas.

'Momento único'

Nesta quinta-feira, 22, a família teve mais motivos para sorrir. "Foi um momento único, de uma emoção muito grande de realizar o sonho dele de entrar no caminhão de bombeiros", afirma. Eles moram em Guaíra. "Não temos Corpo de Bombeiros", diz a mãe. Com ajuda de um equipamento que o mantém em pé, foi possível posar para a foto junto com os membros da corporação.

O assunto com o fisioterapeuta surgiu naturalmente, já que os bombeiros e também a polícia são os temas preferidos de Luiz Neto. Durante a terapia, profissional e paciente conversam bastante. "Na hora que ele viu o caminhão o olhinho dele brilhava. Foi muito emocionante para ele ir até lá, deve ter passado mil coisas na cabeça dele. Para ele foi um momento único, vai levar para o resto da vida", conta Simone.

(Colaborou Rone Carvalho)

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