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16/02/2018 - 22h59min / Atualizado 16/02/2018 - 22h59min

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Alunos aprendem matemática por meio de jogos da cultura africana

Alunos de escola municipal aprende conceitos da matéria por meio de jogos da cultura africana

Mara Sousa 16/2/2018 Alunos do 4º ano da escola Oldemar Stobbe: da esquerda para a direita, Gisele, Gustavo, Vinicius, Felipe, Caroline, Samira e Ana Beatriz, com a professora Andreia
Alunos do 4º ano da escola Oldemar Stobbe: da esquerda para a direita, Gisele, Gustavo, Vinicius, Felipe, Caroline, Samira e Ana Beatriz, com a professora Andreia

Descobrir a matemática e seus prazeres por meio de jogos de tabuleiro oriundos da cultura africana é a atividade realizada pelos alunos do 4º ano da escola municipal Oldemar Stobbe, em Rio Preto. Brincando e usando o raciocínio, eles conhecem ângulos, retas e frações de maneira mais divertida.

O jogo "Borboleta" é típico de Moçambique e o preferido das crianças. O objetivo do jogo é movimentar as peças em linha reta e "comer" as peças do outro jogador, jogo parecido com a dama. "Como o jogo Borboleta tem várias retas paralelas, aprendemos a usar os ângulos e a medi-los", disse Gustavo Manzini, 10 anos. "O jogo mexeu com minha mente, aprendi a usar a régua corretamente e os conceitos de ângulos e seus tipos", completou Caroline Dias Mendes, 10.

Iniciado no passado e com sequência em 2018, as atividades devem permanecer no calendário da escola. "Achei Borboleta mais legal porque o jogo é rápido e dá para jogar várias vezes em pouco tempo", opinou Ana Beatriz de Souza, 10.

Outro jogo apresentado para a turma foi o "Oware", da cultura de Gana, também país do continente africano. Mais complexo, o jogo exige maior concentração e raciocínio dos estudantes, ao trabalhar os conceitos de frações. "É o meu preferido por fazer a gente ter mais agilidade para pensar no jogo e ganhar", disse Samira Borges da Silva, 10.

Os jogos serviram também para que os alunos mostrassem à família a cultura africana, como a aluna Gisele Mariana. "Mostrei e expliquei os jogos para meu irmão de 15 anos e de vez em quando brincamos em casa", afirmou Gisele.

Além da diversão, os tabuleiros dos dois jogos foram feitos pelos próprios alunos utilizando folhas, réguas, caixas de ovos e grãos e sementes para as peças. "Jogos de estratégia estimulam a criatividade das crianças e por meio desses jogos pude trazer uma cultura que não tem tanta visibilidade no currículo escolar", explicou a professora Andreia Cristina Fidelis de Souza.

Somados ao aprendizado matemático, os estudantes conheceram mais profundamente a cultura africana. "Pudemos explorar aspectos culturais, sociais e a história desses dois países para compreender sua importância", finalizou a professora.

(Colaborou Victor Stok)

 

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