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Economia para o sistema


    • São José do Rio Preto
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Frear o avanço da doença renal crônica representaria uma economia para o Sistema Único de Saúde. É o que considera Mário Abbud Filho, coordenador do laboratório LITEX, da Famerp, onde a pesquisa está sendo realizada.

Segundo o Datasus, em 2016, na região de Rio Preto, 1.537 ficaram internadas por insuficiência renal; 134 desses pacientes morreram.

Entre janeiro e novembro de 2017, o número subiu para 1.575 internações e 165 óbitos. O custo total para o tratamento hospitalar nesses 23 meses foi de R$ 13,5 milhões.

Segundo dados da associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), 10,7 mil pacientes paulistas aguardavam um rim em setembro - data dos números mais recentes. Quinze milhões de brasileiros têm algum grau de comprometimento das funções renais, mas apenas 100 mil sabem.

A doença renal crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Em sua fase mais avançada os órgãos não conseguem mais manter o equilíbrio do organismo.

As duas principais causadoras do mal são hipertensão e diabetes. A hipertensão é controlável, já a diabetes, segundo Abbud, tem a tendência de causar algum dano renal. (MG)