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Diário da Região

09/01/2018 - 14h29min / Atualizado 09/01/2018 - 14h29min

LUTO

Com fama de delegado 'linha dura', doutor Canela morre aos 80 anos

Delegado ficou conhecido entre as décadas de 1970 e 1990 por sua intolerância ao crime

Reprodução Internet Nascimento: São Manoel
Data: 5/10/1937
Morte: Rio Preto
Data: 7/1/2018
Casado com: Marilene Polachini Cardoso Machado
Pai de: Armando, Ana Maria e Myrian
Nascimento: São Manoel Data: 5/10/1937 Morte: Rio Preto Data: 7/1/2018 Casado com: Marilene Polachini Cardoso Machado Pai de: Armando, Ana Maria e Myrian

Integrantes da Polícia Civil de Rio Preto estão de luto pela morte do ex-delegado Armando Cardoso Machado, enterrado na segunda-feira, dia 8, no Cemitério Jardim da Paz, em Rio Preto.
Armando começou a passar mal, vítima de infarto, na noite de domingo, dia 7, quando foi socorrido por parentes e levado as pressas para o pronto socorro do Hospital Austa. Mesmo com os cuidados da equipe de plantão, o ex-delegado não resistiu e faleceu durante atendimento no hospital.

Nascido em 5 de outubro de 1977, em São Manoel, o delegado era filho do casal Alceu Cardoso Machado e Maria Isabel Salles Cardoso Machado. 

Conhecido pelo apelido de doutor Canela, Armando fez carreira na Polícia Civil de Rio Preto quando a cidade tinha apenas quatro distritos. Com o tempo ele ganhou fama pro sua atuação entre as décadas de 1970 a 1990, como o delegado mais linha dura da cidade, notório pela postura firme no combate ao crime e no tratamento severo com os ladrões.
Ao lamentar a morte do doutor Canelas, o delegado Eder Galavotti, recordou a fama de durão. "Ele não tinha medo mesmo. Ele conheci na pratica táticas de em Jiu jitsu e karate, que ninguem conhecia por aqui. Era linha dura. Com ele malandro não tinha vez", disse o delegado.
Seu neto, Rafael Machado, de 34 anos, contesta a imagem de linha duro do avô ao afirmar que por baixo desta imagem de policial de intolerância zero, escondia a faceta de um homem de família, carinhoso e bondoso até com quem tinha acabado de conhecer.
"No trabalho, bandido não tinha vez com meu avô, mas em casa, a gente convivia com um homem com um coração enorme. Era um homem incrível, sempre com disposição em ajudar o próximo. Sempre preocupado com todo mundo", afirma o neto.
Dr. Canela deixa viuva Marilene Polachini Cardoso Machado, com quem teve três filhos Armando Cardoso Machado Filho e Ana Maria Polachini Cardoso Machado Bellini (falecidos) e Myrian Cardoso Machado Ferreira, de 56 anos.
O sepultamento do delegado aconteceu na tarde de segunda-feira, no Cemitério Jardim da Paz.

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