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Diário da Região

29/01/2018 - 23h44min / Atualizado 29/01/2018 - 23h44min

Cartas do Leitor

Sindicatos

Em resposta ao artigo publicado nesse jornal no dia 26/01/2018 pelo Sr. Ricardo Eladio Di Lorenzo Arroyo, no qual fui citado, necessário se faz acrescentar algumas considerações. Obviamente, sei que em uma negociação coletiva não é tão simples. Por outro lado, como pode ser visto nas convenções coletivas de anos anteriores (também fechadas com enorme atraso e onde não havia a desculpa da reforma trabalhista) as alterações basicamente limitaram-se aos índices de reajustes, pisos salariais e contribuições assistenciais, onde as demais cláusulas permaneceram praticamente inalteradas.

Também não podemos comparar lentidão com responsabilidade, pois se assim o fosse, os demais sindicatos que são ágeis nas suas tomadas de decisões, seriam todos irresponsáveis, o que não é o caso. Veja também que outros sindicatos da mesma categoria e mesma data base, como São Paulo, Campinas. Ribeirão Preto, entre tantos outros, já firmaram seus acordos/convenções, onde a reforma trabalhista não foi nenhum empecilho.

Quanto à sua afirmação de que o percentual de reajuste "não faz a menor diferença", sugiro que consulte os empregadores, assim como os trabalhadores que estão há dezessete meses sem reajuste, se eles concordam com sua posição. Aliás, se o percentual não tem tanta importância, e se a relação entre os sindicatos é tão boa como diz, por que não definem o percentual através de um acordo coletivo e posteriormente resolvam as demais cláusulas e condições pertinentes à convenção coletiva e à reforma trabalhista?

Por fim, creio que não será através desse canal que vamos chegar a um bom termo e, portanto, o que se espera de vossa parte é um maior esforço na resolução dessa questão, pois quem está sendo prejudicado nesse imbróglio, não sou eu, nem o senhor e nem vosso sindicato, mas tão somente os trabalhadores e os empregadores que aguardam ansiosamente por uma definição. Fique em paz e que Deus o ilumine.

José Luis Catelam, Rio Preto.

Lula

Tivemos no último dia 24/01/18 a condenação por unanimidade do homem mais honesto do Brasil, pois segundo ele não existe ninguém que atinja o seu grau de honestidade. Mas ele é humilde e diz que pode ter sim igual a ele, mas mais, isto nunca. A mentira está enraizada nesse cidadão tanto quanto seu grau de corrupção. Veja que por onde ele passou ficou sua marca registrada, ou seja alguma rapinagem, e temos um paradoxo neste caso. Foi ele quem assinou a lei da Ficha Limpa e hoje seus comparsas estão tentando modificar o entendimento da lei para favorecer o criminoso.

O cinismo deste cidadão não tem limites. Vejam vídeo por ele postado para União Africana para erradicação da fome naquele continente até 2025. "Por isso, companheiros, eu quero dizer para vocês que a fome no mundo hoje não é mais falta de alimento, porque o mundo produz alimento de sobra. A fome no mundo hoje é na verdade falta de dinheiro para o povo mais humilde poder comprar".

Justamente o cidadão que em conluio o presidiário Zé, Palocci, Dilma, e mais uma centena corruptos colocaram uma população inteira em completo estado de penúria. O juiz que determinou a entrega dos passaportes está corretíssimo por dois motivos: A personalidade do acusado é dúbia; segundo, já pensou em ser representado por um elemento condenado em primeira e segunda instância? Simplesmente desmoralizante.

Bom, no que tange à esperança, estamos muito bem, pois este partido dos trapaceiros não representa mais nada. Seus comparsas aos poucos sendo presos. Resta-nos esperar por uma assepsia muito profunda. Não nos esquecendo de fazer uso da arma que nos proporcionará um nação melhor: o voto, ou a urna, como queiram. Não reelejam político algum que tenha problemas com a justiça na próxima eleição.

Marcos Reis, Rio Preto.

Miséria

Mauro Paulino, diretor do Data Folha, em participação no programa GloboNews Painel dia 12/01, afirmou que mais da metade da população brasileira vive em locais dominados por alguma organização criminosa. Ali esses cidadãos criam seus filhos dependendo da sorte e da sua submissão às leis do silêncio e outras regras que lhes impõe o crime organizado.

Portanto, parece evidente que o maior problema do país é a miséria, propiciando a saída dessas famílias de lugares onde são obrigadas a ver suas crianças viverem numa escola do crime o Estado resolveria para sempre a questão da marginalidade infantil e juvenil, início da criminalidade que assusta o Brasil.

Como encontrar recursos para isso é função dos dirigentes, que na luta para conseguirem continuar em seus postos, bajulam os que têm condições para financiar um projeto com esse fim, porém resolvem suas preocupações aumentado a altura dos muros dos seus condomínios.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto.

Ética

As recentes pesquisas de opinião pública, mostrando o baixíssimo nível de aceitação do governador de São Paulo e de outros profissionais da política, demonstram que os eleitores concordam com o parecer unânime dos três desembargadores do TRF-4 ao julgarem que qualquer político, acusado de corrupção, não pode ocupar cargos públicos, pois a integridade moral é condição indispensável para exercer funções legislativas, judiciais ou executivas, custeadas com o dinheiro de nossos impostos.

E aí vai a pergunta: por que Lula foi condenado e não tantos outros políticos, também eles indiciados, visto que a corrupção faz parte do atual sistema eleitoral, que torna os candidatos dependentes de verbas públicas e privadas para o financiamento de campanhas? Infelizmente, nossa Justiça não tem condições de julgar com a devida rapidez milhares de processos, distribuídos pelas várias varas e tribunais, muitos réus protegidos por imunidades e foros privilegiados. Se foi dado algum destaque ao processo de Lula, deve-se ao fato dele ter governado nossa Nação por muitos anos, nadando no mar da corrupção. Como dizem os franceses, "noblesse oblige": ao Chefe de Estado caberia ter exigido ética na política. Que não se faça de vítima!

Salvatore D'Onofrio, Rio Preto.

 

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