Diário da Região

22/01/2018 - 23h45min / Atualizado 22/01/2018 - 23h45min

Cartas do Leitor

Justiça

A Justiça penhorou o tríplex para receber uma dívida da construtora OAS. Isso é normal. O que não entendo como normal é penhorar um bem que não pertence ao devedor; essa mesma Justiça afirma que esse bem é do Lula. Ora, se a OAS tem que pagar uma dívida, por quê tem que pagar com um bem que é do Lula?

Acho que querem prender o Lula porque ele é dono de um apartamento que não é dele. A Justiça é complicada.

João Marani, Rio Preto

Que país é esse?

Definitivamente, esse é o país onde a banana come o macaco. A pessoa indicada para o ministério do Trabalho tem dívidas trabalhistas. Ex-presidente da República que sofreu impeachment torna-se senador e agora, pasmem os senhores, é candidato a presidente da República.

Outro ex-presidente condenado pela Justiça por ato de improbidade administrativa e que praticamente destruiu esse país poderá ser candidato novamente e, acreditem se quiserem,com chances de ser eleito.

O atual presidente - ilegítimo, diga-se de passagem - , insiste em um conto de fadas de que a Previdência está quebrada e que precisa passar por uma reforma. Reforma essa que irá simplesmente nos transformar em escravos,

Todos nós sabemos que isso não é verdade. Bastaria cobrar o que grandes empresas desse país devem à previdência e esse suposto deficit já estaria sanado.

Além do mais, todos nós sabemos: o que realmente quebra esse país são o dinheiro desviado pela corrupção desses saqueadores da pátria e o custo elevado para manter as mordomias dos três poderes constituídos.

E, para completar, um poder Legislativo repleto de deputados e senadores corruptos e perdulários(não todos é claro)sempre envolvidos em atos de corrupção e negociatas,trabalhando sempre em benefício próprio e contrário aos interesses da população.

Desnecessário lembrar que se esses indivíduos foram eleitos para representar os interesses da população, porque então sempre fazem justamente o oposto? Qual a importância de termos um Legislativo como esse? Isso é democracia? Deus nos proteja de tudo isso! Acorda Brasil, antes que seja tarde!

Sérgio Ricardo Medeiros Degásperi, Rio Preto

O profeta hoje

Há uma grande desconfiança no que as pessoas dizem hoje, principalmente quando são políticos, autoridades, ou no mundo dos negócios. Convivemos com duplicidade e sensacionalismo nas palavras. São usados inúmeros formatos para ludibriar a prática da justiça, fazendo com que a inverdade se torne verdade. É o tempo das incógnitas, servindo de base para uma cultura de descarte.

O esvaziamento na força da palavra desabona a identidade das autoridades. Elas deixam de ser sinais de confiança, e passam a dificultar a esperança das pessoas. Mas o povo precisa encontrar nelas a figura de um verdadeiro profeta, pessoas de confiança e de coerência em sua administração. A marca que as define é o interesse pelo bem comum, superando práticas individualistas e pessoais.

É lamentável encontrar profetas falsos, e não é raro vê-los vestidos de ovelhas, mas com atitudes de lobos, de exploração, colocando peso nas costas dos outros. Surgem desse mundo de irresponsáveis os excluídos, as injustiças e a violência. Também os bons e honestos os que, na prática, são verdadeiros profetas, sofrem as consequências, tendo que se sujeitar ao clima de insegurança.

Neste ano de 2018 teremos que votar novamente, mas tirando do cenário político os falsos profetas. Acontece que vendendo a consciência e o voto, cada eleitor se torna também um mau profeta. Está em nossas mãos o peso dessa responsabilidade, principalmente por saber que o voto não tem preço, porque ele representa consequências para o país e para si mesmo.

Sabendo que toda autoridade vem de Deus, ela deve ser porta-voz do bem estar social e da defesa da dignidade da vida. O profeta é aquele que fala com a autoridade de Deus e é abençoado por Ele. Ser Presidente, Governador, Senador, Deputado, é prestar um serviço ao povo, em nome do mesmo povo que os elege, em nome de Deus. Portanto é uma responsabilidade muito grande.

Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba

Fins e meios

Aparentemente, pouco ou quase nada traz de importante o mecanismo usado para o desligamento do então secretário de Desenvolvimento Econômico Liszt Abdala da equipe do prefeito Edinho Araújo. Se foi por vontade própria ou por decisão do prefeito, é difícil para nós que vivemos longe dos bastidores da política fazermos uma análise correta. O fato só teria maior relevância se fosse necessária a intervenção direta do prefeito para que o secretário abandonasse o cargo. Afinal, pedia o bom senso que, após ser anunciada a participação da irmã e da esposa do secretário no processo de licitação da Área Azul digital, e imediatamente o secretário deveria ter pedido exoneração. Dessa forma, o processo para apurar quem são os responsáveis pelos erros apontados teria total transparência.

Do administrador público não se poderia esperar outra atitude a não ser a exoneração, caso o secretário não se exonerasse. Desde a formação e anúncio do seu secretariado, o prefeito sempre foi enfático ao afirmar que no seu governo a corrupção é zero. E de nada adianta somente o chefe do Executivo ser pessoa proba e assim fazer, é necessário que todos que fazem parte da administração pública o seja.

Não se pode esperar do agente público outra conduta, afinal antes de ser agente público ele é um cidadão comum. Infelizmente a humanidade está percorrendo o caminho da desonestidade e da desonra, deixando de lado os valores mais nobres da ética e da moral, valores tão comuns encontrados em nossos antepassados, mas que hoje quando se encontra é o mesmo que achar uma joia rara.

Moacir Sant'Ana, Rio Preto

 

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