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Diário da Região

09/01/2018 - 00h46min / Atualizado 09/01/2018 - 00h46min

Cartas do Leitor

Rodoviária

O drama das enchentes em nossa cidade remonta há algumas décadas ocorrendo em vários pontos, ora com maior volume na avenida Alberto Andaló, ora na Bady Bassitt, ora na Murchid Homsi, mas sempre culminando na estação rodoviária. Parece que se constitui no ponto de maior gravidade e cuja solução está longe de ser encontrada.

Qualquer precipitação pluviométrica certamente inunda área das estações causando sérios prejuízos e transtornos à população. Todavia, nenhuma autoridade constituída discute, estuda ou propõe a retirada de tão importante equipamento do lugar péssimo onde se localiza. Além de ser uma construção ultrapassada, tacanha, insuficiente, sem estacionamento, também atrai marginais e desocupados, causando apreensão aos usuários.

Pode-se dizer que é uma vergonha para um município, classificado entre os 3 melhores do Brasil em qualidade de vida, possuir uma Estação Rodoviária deste porte, incompatível com a pujança da cidade. Já passou da hora, há muito tempo, dos nossos políticos representantes discutirem a questão com propostas de projeto e construção de nova obra, ampla e moderna, em condições de atender adequadamente a população rio-pretense bem como o enorme público de outros municípios e estados, que para cá se dirige. Urge que assunto de tamanha importância para o desenvolvimento da cidade seja objeto de estudos e debates. Passou da hora dos vereadores pararem de discutir quem é o dono da cocada, proporem nomes de ruas e de homenageados e pensarem grande, do tamanho da nossa São José do Rio Preto.

Raul Olivari de Castro, Rio Preto.

Base

De tanto ouvir e ler no noticiário político a palavra "base", busquei nos dicionários uma definição que pudesse me esclarecer o motivo de seu uso tão frequente na política nacional. A partir de então passei a entender melhor o seu uso, que faço questão de compartilhar. "Base: substância que se aplica no rosto para cobrir marcas da pele e para dar coloração". Aí está a definição mais lógica, pois é essa "base cosmética" que serve para encobrir a falta de caráter de grande parte dos políticos brasileiros.

Nem vou falar de seu uso na cobertura daquele "vermelho vergonha" que surge na face de alguns, pois ter vergonha é uma raridade nesse meio. O que mais me deixa indignado é ver esses políticos serem ou não serem da "base governista". Um político que pensa em prol e no bem comum da população, não tem que ser da "base" do governo e nem contra o governo, mas sim, ser da "base" do que é correto, do que é justo. Lamentavelmente ainda vemos pessoas que concordam com essa forma de fazer política.

Precisamos dar um basta nessa forma de fazer política. Chega desses políticos "baratos", negociando apoio até por um pedaço de pizza. Um exemplo de como funciona essa tal "base" é a CPI do lixo, iniciada somente após o término da gestão anterior. Mas isso é fácil de entender quando se vê fazendo parte da atual "base governista", praticamente os mesmos "vira casacas" que morriam de amores pelo governo anterior, o que demonstra a total falta de coerência e independência ou de ideologia política ou partidária, onde o que interessa é estar ao lado do "rei", recebendo benesses e regalias.

Infelizmente, essa "politicalha" que nos representa, finge não ter consciência de que a "base" de tudo é o povo, e que é para essa "base" que eles devem governar. Enquanto isso, para nós, pobres eleitores, só resta aprender a votar e a orar. Que Deus nos proteja.

José Luis Catelam, Rio Preto.

Prof. Manoel

O artigo de José Luis Rey, publicado domingo no Diário, remeteu-me a um dos vários costumes do professor Manoel Antunes (de saudosa memória). Cotidianamente, de domingo a domingo, logo cedo e antes de ir para a Prefeitura, professor Manoel girava pela cidade como um todo (percorria avenidas, creches, escolas, UBSs, centros comunitários, etc) desacompanhado de assessor e nunca em veículos da Prefeitura.

Aliás, durante dez anos (dois mandatos, sendo um deles de seis anos), Sardinha, o motorista do gabinete desde os tempos de Adail, resmungou pelos corredores, pelo fato de não ser chamado para dirigir. Sempre acompanhado de um secretário e, impreterivelmente, no carro deste, com um pequeno gravador em punho, o então prefeito registrava as demandas levantadas e, ao chegar na Prefeitura passava-as para a secretária Neiva que, por sua vez, as direcionava às respectivas secretarias; tudo aquilo que estava fixado por ele na mini fita cassete do gravador. Fica aqui o registro.

Jorge Abdanur, Rio Preto.

Redes sociais

Demonstrando raro talento, o fotógrafo que colocou nas redes sociais a imagem do menino no réveillon na praia de Copacabana, exercitou a imaginação de pessoas de todas as partes do mundo. Milhares de mensagens repercutiram toda sorte de interpretação.

Penso que, aflorando o estado de espírito de quem a viu, houve manifestações de revolta quanto à desigualdade social no Brasil, pessoas que o ligaram aos menores abandonados, e até quem sugeriu ser ele participante de bandos que promovem arrastões. Frustando a que se arvora em filósofo do apocalipse a adorável criança, personagem da voto, que viralizou na rede, estava simplesmente admirando a queima dos fogos, acompanhada pela mãe e três irmãos.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto.

Perseverança

Convivemos com uma alta taxa de desemprego no país, e lógico, vários fatores influenciam para isso, mas posso afirmar que uma parte vem da falta de algumas características na vida das pessoas, pois até se envolvem por um tempo, agradecem a oportunidade, mas logo se acomodam e desanimam e acabam dispensados por pouca produtividade.

Precisamos ir até o fim naquilo que almejamos, precisamos perseverar e lutar, alcançar o favor de Deus e dos homens, assim tem que ser nossa vida pessoal e familiar. Não dá para começar e não terminar. Pessoas desanimadas, oportunistas não alcançam o favor dos homens, muito menos o de Deus. Lute pelo seu casamento, filhos, emprego, família, etc, lute por aquilo que Deus lhe deu.

Aparecido Donisete Alves Júnior, Rio Preto.

 

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