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Diário da Região

15/01/2018 - 15h15min / Atualizado 17/01/2018 - 14h28min

PEDIATRIA

Saiba o que é e como tratar a roséola infantil

A infecção é contagiosa durante o período da febre e sua transmissão ocorre habitualmente de pessoa para pessoa

Divulgação A infecção é contagiosa durante o período da febre e sua transmissão ocorre habitualmente de pessoa para pessoa
A infecção é contagiosa durante o período da febre e sua transmissão ocorre habitualmente de pessoa para pessoa

A roséola infantil, também chamada de exantema súbito, é uma virose muito comum durante a infância, que manifesta-se através de erupções cutâneas (manchas vermelhas na pele) e febre. É uma infecção viral benigna, provocada pelo herpes vírus humano tipo 6 (HHV-6), e afeta crianças geralmente entre os primeiros meses de vida até os 3 anos de idade.

Ela é contagiosa durante o período da febre e sua transmissão ocorre habitualmente de pessoa para pessoa, através do contato com secreções das vias respiratórias, principalmente pela saliva, tosse, espirros, contato com brinquedos que vão à boca e são compartilhados com outras crianças.

Os sintomas normalmente aparecem entre uma a duas semanas do contato inicial com o vírus. Primeiramente surge a febre, que na maioria das vezes é alta (podendo ultrapassar os 40° C) e repentina e o sinal mais característico é o surgimento súbito das erupções cutâneas (pequenas manchas vermelhas que se espalham pelo corpo), imediatamente após a resolução da febre, daí a doença também ser conhecida como exantema súbito. O rash da roséola não provoca coceira e afeta frequentemente o tronco, a barriga e espalha-se para os membros e face, e pode vir acompanhado de irritação, dor de garganta, congestão nasal, fadiga, o aumento de linfonodos no pescoço, diarréia, perda de apetite.

As melhores maneiras de se prevenir a roséola são: manter bons hábitos de higiene e evitar o contato com pessoas infectadas.

A roséola é benigna e auto limitada, cura-se espontaneamente sem provocar complicações na maioria dos casos e sem necessidade de tratamento, sendo inidicado, portanto, apenas repouso, boa hidratação e controle da febre com analgésicos comuns, sem necessidade do uso de antibióticos.

Fabíola Acayaba de Toledo, pediatra com especialização em nefrologia pediátrica

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