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Diário da Região

29/01/2018 - 23h04min / Atualizado 30/01/2018 - 09h18min

FRAUDES

Promotor decide pedir inquérito para apurar crimes na Emurb

Edvaldo Santos/Arquivo O promotor Rodolfo Strazzi, que enviou o caso para a Polícia Civil
O promotor Rodolfo Strazzi, que enviou o caso para a Polícia Civil

O promotor Rodolfo Strazzi Pereira decidiu pedir à Delegacia Seccional de Rio Preto a abertura de inquérito para apurar crimes ocorridos na administração da Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), que pertence à Prefeitura. Ele afirmou que a investigação deve concentrar esforços para tentar identificar os responsáveis pelo esquema de falsificação da talões da Área Azul, conforme foi denunciado pelo empresário Wagner Costa, que já prestou depoimento no Ministério Público e que contou detalhes das irregularidades em entrevista exclusiva ao Diário em 12 de janeiro.

O promotor já adiantou que, caso a Polícia Civil identifique o envolvimento de servidores públicos, ficará caracterizado crime de peculato. A fraude na licitação para a contratação da empresa de Wagner para o desenvolvimento do projeto da Área Azul digital também será apurada na mesma investigação.

A empresa Innovare Cartuchos foi contratada por R$ 78 mil para desenvolver o projeto de informatização da Área Azul. Após ficar pronto, a Prefeitura cancelou o contrato com a revelação de que a mulher de Wagner era apadrinhada na própria Emurb.

"Para que fique comprovado o crime de fraude em licitação previsto na lei 8.666 é preciso comprovar o ajuste entre as empresas que participaram da licitação", afirmou Strazzi. As outras duas empresas que participaram da licitação, por meio de carta-convite, são ligadas a parentes do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Liszt Abdala, que foi demitido após o Diário revelar documento em que ele se apresenta como "representante legal" de uma das empresa. A diretora da Emurb Vânia Pelegrini também foi exonerada pelo prefeito Edinho Araújo (MDB).

Além da esfera criminal, o próprio Ministério Público apura suposto ato de improbidade administrativa na esfera cível. A Prefeitura também abriu sindicância para apurar possíveis falhas na gestão da empresa pública. A Câmara criou CPI.

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