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Diário da Região

09/01/2018 - 23h16min / Atualizado 09/01/2018 - 23h15min

RECUPERAÇÃO

Comércio varejista reage, aponta pesquisa

Para 2018 é projetado um crescimento no setor próximo de 5%

Johnny Torres 3/1/2018 Volume de vendas nos 10 segmentos pesquisados reagiram, impulsionado por campanhas no comércio
Volume de vendas nos 10 segmentos pesquisados reagiram, impulsionado por campanhas no comércio

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira, 9, uma estimativa onde aponta que o crescimento para o comércio varejista em 2017 chegou a 3,9%, com viés de alta para 2018. O percentual foi calculado com base em dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de novembro, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A PMC de novembro mostra que o volume de vendas nos 10 segmentos que integram o varejo ampliado avançou 2,5% em relação a outubro. Segundo a CNC, foi o melhor resultado na comparação mensal desde 2003, quando o IBGE passou a divulgar os dados do varejo ampliado. Frente a novembro de 2016, houve alta de 8,7%."Os segmentos de artigos de uso pessoal e doméstico (8,0%) e móveis e eletrodomésticos (6,1%) foram os principais destaques de novembro, impactados pelo aumento das vendas decorrentes da Black Friday", registra nota divulgada pela CNC.

A entidade também destacou a recuperação do varejo em 23 das 27 unidades da federação, quando considerado o acumulado dos últimos 12 meses."Entre 2014 e 2016, o volume médio de vendas do setor recuou 20%, revelando que, apesar dos recentes resultados positivos, a estrada de recuperação do nível de vendas anterior à crise econômica será longa, não devendo ocorrer antes de 2020", avaliou Fábio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

Fundada em 1945, a CNC é uma entidade sindical que representa 5 milhões de empresas. Para 2018, ela projeta um crescimento no comércio varejista de 5,1%, desde que se preserve o atual cenário de inflação abaixo da meta e de juros em queda.

Perspectiva positiva

Na passagem de outubro para novembro, sete das dez atividades do varejo ampliado registraram avanços. No acumulado em 12 meses, também sete das dez atividades acumulam crescimentos.

"A maior parte das atividades já está com resultado positivo em 12 meses, isso mostra uma recuperação mais consolidada no varejo", afirmou a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes.

Segundo a pesquisadora, o ritmo de recuperação está aumentando na maior parte das atividades. O varejo acumulou uma alta de 4,3% no bimestre outubro-novembro ante o mesmo período de 2016. No terceiro trimestre, o avanço tinha sido também de 4,3%.

No varejo ampliado, a alta foi de 8,1% no bimestre outubro-novembro, após crescimento de 7,5% no terceiro trimestre, sempre na comparação com igual período do ano anterior. Seis entre dez atividades tiveram desempenho melhor no bimestre outubro-novembro do que no terceiro trimestre.

 

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