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13/01/2018 - 17h56min

Jane decidiu apoiar o gosto do filho Enzo

Johnny Torres 12/1/2018 Enzo Ferrari Favaro, de oito anos, quer ser programador de games
Enzo Ferrari Favaro, de oito anos, quer ser programador de games

Desde os três anos, Enzo Ferrari Favaro, hoje com 8, demonstra interesse em jogos. A mãe, Edijane Ferrari Favaro, artista plástica de 51 anos, resolveu procurar uma escola de tecnologia para que o hobby do filho pudesse se transformar, no futuro, em profissão. Ela decidiu não lutar contra a paixão do menino. "Hoje a gente sabe que os perigos lá fora são grandes, a gente não deixa o filho brincar em rua, sair sozinho. Eles estão muito fechados e esse ambiente é propício para que encontrem uma área onde tenham prazer, satisfação", acredita.

Enzo joga em uma série de dispositivos: videogame portátil, console, computador e celular. As atividades são multimídia. Enquanto presta atenção no game na TV, está ouvindo o que o pessoal do Youtube tem a dizer sobre as melhores jogadas. "É muito viciante. Depois que eu entro não consigo parar de jogar", conta. O almoço é consumido em meio aos aparelhos e ele não tem dúvida quando questionado sobre o que espera do futuro. "Quero ser programador de games", sonha.

O menino sempre gostou de tecnologia. Para que os pais pudessem fazer as refeições, assistia a vídeos infantis no tablet. Jane garante que conversa com o filho e orienta a quando se cansar deixar um pouco os jogos de lado e ir fazer outra coisa. "Quando está exaurido ele para e busca outro tipo de atividade. Jogar bola, andar de skate, brincar de hominho". Segundo ela, impor horários não funciona para Enzo, pois gera uma ansiedade. "Se eu deixo à vontade ele mesmo entende."

Para a mãe, há vantagens na tecnologia. "Eles ganham pontos, ganham competições, tem o lado positivo. Meu filho consegue falar uma linguagem muito mais adulta do que outras crianças, porque ele tem um vocabulário maior. Está aprendendo inglês". Além disso, ele fica estimulado a superar os desafios impostos nos jogos. A artista plástica garante que policia tudo que o menino faz na rede. A conta que ele utiliza no YouTube é dela. "Tive que aprender tudo isso", brinca.

Oficinas

Até 21 de janeiro, a SuperGeeks, escola de programação e robótica de Rio Preto voltada para crianças e adolescentes, promove oficinas gratuitas no Riopreto Shopping. Luis Paolini, diretor, defende o lado positivo de jogar videogames regularmente.

"Existem estudos que comprovaram o aumento de massa cinzenta em três partes do cérebro: o hipocampo direito, o córtex pré-frontal direito e o cerebelo. Isso significa melhora em orientação espacial, habilidades motoras, formação de memória e planejamento estratégico", afirma.

 

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