Diário da Região

31/12/2017 - 00h00min

ANO DA RESILIÊNCIA

Leia o caderno especial da retrospectiva de 2017

Se 2016 foi um ano de transição, em 2017 Rio Preto demonstrou forte resiliência

Johnny Torres/Arquivo Alberto Andaló
Alberto Andaló

Se 2016 foi um ano de transição, em 2017 Rio Preto demonstrou forte resiliência. Ao longo do ano em que o município comemorou seu 165º aniversário de fundação, vários indicadores posicionam a cidade entre os melhores centros brasileiros em qualidade de vida, em geração de renda e em preservação ambiental.

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Não por acaso, Rio Preto foi considerada a terceira melhor cidade para se viver no Brasil, conforme estudo da consultoria Marcoplan, que avalia quesitos em educação, saúde, segurança, saneamento e sustentabilidade, divulgado em dezembro. De acordo com o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade divulgado em março por instituto ligado à Fundação Getúlio Vargas, Rio Preto ocupa a quinta colocação entre os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, para se viver na velhice (após os 60 anos).

Outra pesquisa, desta vez divulgada pela Fundação Seade em setembro com base em dados de 2016, classificou Rio Preto como o município de menor mortalidade infantil entre as 15 maiores localidades do Estado de São Paulo. Pré-natal, aleitamento materno e vacinação ajudam na evolução dos bebês.

A economia sofreu com o desemprego e a inadimplência, considerada alta (quase 50 mil rio-pretenses estão com dívidas no SCPC/Acirp). Mesmo assim, há sinais positivos neste cenário: o potencial de consumo da população com consumo de bens e serviços ficou 9,7% maior este ano e deve atingir R$ 12,4 bilhões (a cidade é o 46º maior mercado de consumo do País e 12º do Estado de São Paulo). A cidade é a 9ª do País em eficiência para criar startups. E enquanto o PIB nominal brasileiro em 2015 recuou 3,8%, o rio-pretense aumentou 0,85%, somando R$ 14,9 bilhões.

Ambientalmente, Rio Preto ocupa o 14º lugar no ranking do programa Município Verde Azul, do governo estadual, sobre práticas sustentáveis. É também a terceira cidade paulista em unidades de sistemas fotovoltaicos instaladas, fazendo o município se destacar em projetos que apostam na alta tecnologia para produção de energia solar.

Nem tudo foi positivo na cidade. O ano de 2017 foi marcado por ocorrências de violência, como o assalto à joalheria Costantini, em julho, que tirou a vida do jovem Pedro Henrique Oliveira, 17 anos, e vitimou dois guardas municipais: Cleiton Gomes e Tássia Tomoda. Um caso que chocou a comunidade foi o de Simone Moura, 31 anos, morta a golpes de marreta em chácara do Jardim Planalto, em Rio Preto. Outro caso de grande repercussão foi o da jovem Kelly Cristina Cadamuro, morta em novembro após dar carona a um homem que conheceu no grupo de WhatsApp "Carona Rio Preto Itapagipe".

O prefeito Edinho Araujo assumiu o comando de Rio Preto, sucedendo Valdomiro Lopes. O primeiro ano foi marcado por várias dificuldades, como o rompimento de convênio em agosto com o Ielar. Houve também a enchente causada por fortes chuvas em 30 de novembro, que inundaram as principais avenidas de Rio Preto. A não renovação de contrato com empresa que fornecia os anjos da guarda permitiu a invasão e depredação de pelo menos 32 unidades entre escolas e creches municipais. Outro destaque foi a reinauguração pela terceira vez, em dezembro, do Trem Caipira, com nova viagem entre as estações ferroviária de Rio Preto e do distrito de Engenheiro Schmitt.

Na Câmara, denúncias de irregularidades no auxílio-atleta e compras de votos envolveram vários vereadores. Houve também polêmicas, como a aprovação do projeto Escola Sem Partido, vetado pelo prefeito.

No plano nacional, o ano de 2017 foi sacudido por várias operações da Polícia Federal visando principalmente a prisão de políticos corruptos. Em julho, o juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Lula recorre em liberdade.

O noticiário internacional trouxe vários atentados terroristas, principalmente na Europa. Destaque também para a fúria da natureza, com terremotos avassaladores: em setembro a terra tremeu no México, matando pelo menos 358 pessoas, e em novembro foi no Irão, com mais de 400 mortos. Também em setembro o furacão Irma devastou o Caribe.

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