Diário da Região

29/12/2017 - 23h01min

Cartas do Leitor

Rodoviária

O drama das enchentes em nossa cidade remonta há muitas décadas ocorrendo em vários pontos, ora com maior volume na avenida Alberto Andaló, ora na Bady Bassitt, ora na avenida Murchid Homsi, mas sempre culminando na estação Rodoviária. Parece que se constitui no ponto de maior gravidade e cuja solução está longe de ser encontrada. Qualquer precipitação pluviométrica certamente inunda área das estações causando sérios prejuízos e transtornos à população. Todavia, nenhuma autoridade constituída discute, estuda ou propõe a retirada de tão importante equipamento do lugar péssimo onde se localiza.

Além de ser uma construção ultrapassada, tacanha, insuficiente, sem estacionamento, também atrai marginais e desocupados, causando apreensão aos usuários. Pode-se dizer que é uma vergonha para um município, classificado entre os 3 melhores do Brasil em qualidade de vida, possuir uma Estação Rodoviária deste porte, incompatível com a pujança da cidade. Já passou da hora, há muito tempo dos nossos políticos representantes discutirem a questão com propostas de projeto e construção de nova obra, ampla e moderna, em condições de atender adequadamente a população rio-pretense bem como o enorme publico de outros municípios e estados, que para cá se dirige.

Passou da hora dos vereadores pararem de discutir quem é o dono da cocada ou proporem nomes de ruas e de homenageados e pensarem grande, do tamanho da nossa São José do Rio Preto.

Raul Olivari de Castro, Rio Preto.

Maluf

Leitor do colunista do Diário da Região, professor Nelson Nagib Gabriel, desta vez confesso que fiquei sem entender o seu comentário "Maluf", de 28/12. Diz ele inicialmente que o Supremo prendeu o deputado Maluf para melhorar sua imagem. Será? O deputado Maluf, de fato, demonstra cabalmente que no Brasil, o Judiciário, caro, e a Legislação muito generosa não correspondem aos anseios de uma Justiça razoável. E que o poder financeiro, mais influências, podem postegar quase ao infinito os efeitos punitivos.

Reforça a velha "lei" dos que podem ser presos no Brasil: os três poderes. Assim, não seria o Supremo, mas o Judiciário paulista, com os processos do deputado, durante décadas, que deveria estar preocupado com a credibilidade, segundo a lógica do ínclito analista.

Depois o professor Nagib faz uma indagação retórica: qual seria a ameaça do deputado Maluf à soberania nacional? Ele mesmo responde: nenhuma. Ora, se for por esse espantoso argumento quantos milhares de presos deveriam estar soltos? Dos que tive informações, ouvi e li não conheço nenhum, se é que existe algum que teria esse enorme poder. As cadeias brasileiras, por milagre, estariam bem vazias.

Por fim, o nobre comentarista diz que a pena deveria ser pecuniária, apenas. Para Maluf, Odebrecht, políticos em geral, empreiteiros, empresários envolvidos, milionários,etc., seria sopa no mel. Podem fazer o que quiser porque, ao cabo e ao fim, saldo bilionário, alguns a idade, e uma folha de cheque resolveriam facilmente a situação penal deles. Infelizmente para o "sócio" do sr. Maluf, o sr. Marin, a legislação nos Estados Unidos não pensa assim... Grato.

Luiz Cesar Queiroz Melo, Rio Preto.

* * *

Excelente o artigo "Maluf" de autoria do Dr. Nelson Nagib Gabriel. Parabéns. Aliás, artigo otimo como todos de sua lavra, aos quais tenho o prazer de ler nas publicações neste renomado Jornal.

Eucáris Corrêa Gomes, Rio Preto.

Ano Novo

Em 2018 precisamos buscar a felicidade, para isso teremos que mudar nossos comportamentos, é impossível conseguir resultados diferentes fazendo coisas iguais. Acredito que para obtermos maior alegria seja necessário lidar melhor com as adversidades, não dar espaço para depressão e dificuldades rotineiras, temos que tornar a vida mais leve.

Em 2018 quero obedecer às ordens que Davi deu a seu filho Salomão: Se valente, seja forte, seja homem! Enfrentar os problemas cara a cara, bater de frente com as circunstâncias, assumir o embate com a vida, ir para o pau, ser vencedor, ter ousadia de enfrentar a vida certo da vitória. Não há coragem maior que amar o próximo e fazer o certo para todos, e que a liberdade é sempre alcançada através dela.

Em 2018 primeiro temos que mostrar que somos homens e assumir responsabilidades com nossa família e com a sociedade e só depois mostrar que dentro desses homens existe amor e respeito, que somos comprometidos com o certo e com o justo. Teremos que sair da zona de conforto e enfrentarmos todos os corruptos deste país, de todos os partidos não apenas do PT.

Em 2018 teremos que fazer o que precisa ser feito, usar todas estratégias sem aceitar cabresto de políticos e do governo. Não podemos perder a honra e a dignidade, podem até nos jogarem na "fornalha", mas não vamos fugir da luta, vamos marchar seguindo e obedecendo nosso general.

Em 2018 seremos homens e mulheres de fibra para enfrentar qualquer "gigante" que a vida colocar em nossa frente. Seremos valentes e fortes e não vamos desviar de um lado para outro, vamos em frente, a final: "Quem sabe faz a hora não espera acontecer".

Audinei Lopes Bonfanti, Bálsamo.

Galileu

O que a história não conta: meu avô, italiano, era amigo do Gagá. Assim era chamado pelos mais chegados, o físico, matemático, astrônomo, Galileu Galilei. Meu avô, Gagá e outros amigos se reuniam para tomar umas e outras no boteco do Paolo, em Pisa. Às vezes exageravam na dose e achavam que a torre estava inclinada.

Conversa vai, conversa vem, Gagá lhes falava sobre seus inventos, como ressonância, frequência dos sons, termômetro e muitos outros, principalmente sobre astronomia, quando ele chamou a Globo, o SBT, a Folha, Estadão e outros para declarar que de acordo com os seus estudos, a Terra era redonda e girava em torno do sol. Ninguém acreditou. Por isso ele foi condenado à guilhotina. Só havia um meio de escapar: desmentir tudo. Para salvar o pescoço ele desmentiu tudo. Escapou. Passando pelos amigos ele disse: "Bem, por causa disso ela não vai deixar de girar..." Esses filósofos.

João Marani, Rio Preto.

 

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