Diário da Região

14/12/2017 - 22h56min

Cartas do Leitor

Radares

A interessante matéria desta terça, 12/12, em que o Ministério Público ressalta a importância de abrir a "caixa preta" dos radares, devemos lembrar antes de qualquer coisa que as contas e os estudos dos radares, os motivos por que são instalados, os resultados do antes e do depois deveriam ter publicação constante para o interesse do cidadão, que acredita que a multa e o radar existem somente pra arrecadar dinheiro.

Eu até acredito nisso, pois percebo que ao longo de alguns anos, alguns radares deixaram de operar em alguns locais, então é de se acreditar que o equipamento só dava despesa e por isso parou de operar, como se fosse uma empresa pensando apenas nos rendimentos. Acredito que a questão de apresentar estudos e resultados deveria ser lei na nossa cidade, e fica a dica para os nossos vereadores que se dizem defensores dos interesses do povo.

Por outro lado, o MP, na minha maneira de pensar que não sei se é correta, não poderia deixar de averiguar se é coerente e legal uma via ter em toda sua extensão placas 60km/h por ser via arterial e no meio do trecho existir um radar de 40km/h. Acredito que se nas vias de velocidade máxima de 60 km/h fossem instalados radares de 60km/h não seria necessário nem sinalizar a com a informação existência de radar, pois a sinalização eficaz e por toda a via supre a necessidade dizer que existe radar para o condutor não infrator.

Outro detalhe, por exemplo, está na rua Independência após a avenida Andaló no sentido centro bairro, que tem a velocidade máxima de 60km/h; e em outra rua como a Marechal de Deodoro, no sentido centro e próximo à Basílica, existe sinalização e radares de 40km/h. Então caberia ao MP averiguar se essas vias possuem as mesmas características e deveriam receber o mesmo tratamento quanto à sinalização e radar.

Erasmo Dantas, Rio Preto.

Agrotóxico

Que o Ibama - Escritório Regional de São José do Rio Preto, Greenpeace Brasil, Ministério do Trabalho, Ministério Público Federal - MPF, Ministério Público do Estado de São Paulo; embaixada EUA Brasil / US Embassy Brazil realizem uma inspeção nesse "aviãozinho do agrotóxico", procedência dos agrotóxicos, na região de Nova Granada.

Uma aberração alguns agrotóxicos chegarem a 5 mil vezes o que é permitido em outros países, e podendo contaminar rios, nascentes, como os seres humanos! Nossa saúde depende dos órgãos fiscalizadores que pagamos por isso. O ar que respiramos é de todos nós e não pode haver "donos do mundo" ou coronelismo em pleno século 21.

Ubiratã Indio da Mata Mello, Nova Granada.

Mordaça

Do vereador Gerson Furquim (PP), foi aprovado, em segunda discussão, o projeto de resolução que acaba com o tempo de liderança durante as sessões. De acordo com este projeto, os vereadores só podem fazer uso do tempo de tribuna a que têm direito após a análise da ordem do dia.

Sabemos quais os vereadores que ajudaram a aprovar essa barbaridade. O grupo liderado por Fabio Marcondes (blindou a última gestão e quer novamente mexer no regimento interno da Casa, pois continua governo), Pauléra (usou a máquina para se promover e não aconteceu nada), Peixão (até hoje não cobrou novamente as mudanças a serem feitas na Cidade da Criança), Anderson Branco (hora do lanche), Marinho (não faz nada, não sei de que lado ele está), Karina Caroline (não fez nada de importante, nem investigar), Claudia de Giuli (vendeu a alma em troca de projetos para os animais), Francisco Junior (o secretário de esportes).

Vereador, o senhor pode calar os vereadores que estão querendo representar o povo, mas nós munícipes o senhor não cala. Nas próximas eleições vamos lembrar de seus feitos que só afastam nós eleitores da Casa do Povo. E desafio ao senhor a abrir uma CEI para investigar Paulo Pauléra, que usou da máquina governamental e nada aconteceu.

Eduardo de Paula Campos Pereira, Rio Preto.

Jerusalém

Por que o povo árabe, cuja maioria é da religião islamita, é contra os principais países pertencentes à ONU, se manifestam através de grupos extremistas como, por exemplo, o Estado Islâmico, que são até mesmo contra países árabes com proteção deles?

A Palestina pós-guerra, sob domínio inglês, facilitou a entrada dos judeus naquelas terras, e que até então eram de um povo sem pátria, mas donos do dinheiro do mundo, para comprar quem quer que fosse, até os próprios palestinos, que vendiam suas propriedades. Conseguiram com isso, numa ação orquestrada através da ONU, implantar o Estado de Israel dentro da Palestina.

Imaginemos argentinos entrando no Rio Grande do Sul, comprando propriedades e depois por uma ação orquestrada com apoio da ONU, incorporando o estado brasileiro à Argentina. Os brasileiros não iriam aceitar. Pois é, foi mais ou menos assim. E com isso, de lá para cá, o ódio se disseminou na formação de grupos terroristas, o que acabou com o sossego e a paz daqueles que deram apoio ao golpe.

Agora, Trump avaliza uma provável mudança da capital israelense para Jerusalém, uma cidade considerada pela própria ONU como cidade do mundo, histórica, sede das três maiores religiões monoteístas, o islamismo, o judaísmo e o cristianismo. E com isto, mais um motivo de guerra, com o ódio morando juntos, e os poderosos dormindo desassossegados com o inimigo. Fazer o quê?

Cesar Maluf, Rio Preto.

Tiririca

Depois de um longo período de ostracismo, o deputado federal conhecido popularmente por Tiririca fez na semana passada o seu primeiro e último discurso com os recursos que possui, é claro, comunicando que vai deixar a política.

Porém, o que chamou a atenção mesmo foi o teor do pronunciamento, ao relatar o que viu em Brasília nos últimos anos. Tiririca teve a oportunidade sonhada por muitos brasileiros de falarem o que pensam sobre os desmandos cometidos pelos políticos do país.

Seu discurso foi uma espécie de desabafo, à vista da forma com a qual é conduzida a política, mormente no que tange à falta de ação positiva em prol das causas justas de que tanto clamam os brasileiros, diante dos episódios que já ocorreram na Casa de Leis do Palácio do Planalto, entre os ocupantes de cadeiras no Congresso Nacional.

Alessio Canonice, Ibirá.

 

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