Diário da Região

04/12/2017 - 23h16min

Cartas do Leitor

Roubo na Igreja

Exmos senhores vereadores e senhores Promotores de Justiça. Em relação à matéria do Jornal Diário da Região de 29/11/2017 "Roubo nas Igrejas", 'Gravação de bispo cita caixa 2 em Igrejas Católicas', será que caberia aqui a frase "Follow the money" ou "sigam o dinheiro"? Longe de mim acusar, denunciar e ofender, mas a Igreja Católica, por meio da Caritas Diocesana e suas inúmeras entidades sociais vinculadas a dezenas de Igrejas Católicas do nosso município, recebe dinheiro público da Prefeitura de Rio Preto, ou não?

Se recebe, será que existe diferença entre o 'caixa de dízimos e ofertas' de uma Igreja Católica do 'caixa de dinheiro público' de 'sua' Obra Assistencial com outro CNPJ? Será que devemos pensar que uma coisa não tem nada a ver com a outra, ou agir pelo bom senso do ser "simples como as pombas mas prudentes como as serpentes"?

Será que os denunciados que cuidam dos 'caixas' das igrejas católicas, não são os mesmos que cuidam dos 'caixas' do dinheiro público das entidades católicas? Que o 'antro de ladrões', esse 'roubo', e o 'caixa 2' que o Príncipe Episcopal de Rio Preto Dom Tomé denunciou, não esteja alcançando também o dinheiro público recebido mensalmente da Prefeitura.

É ciente que o trabalho social da igreja Católica é imensurável, homens e mulheres sérios que dão a vida pelo próximo em inúmeras pastorais e entidades de nossa cidade. Porém como advertiu o próprio Senhor Jesus: "A quem muito é dado, muito será cobrado", principalmente por aquelas obras sociais católicas que são financiadas com dinheiro público da Prefeitura, isso significa que diante as denúncias públicas de seu próprio Bispo, no mínimo uma 'luz amarela' de atenção não deveria acender, até para mostrar isenção, idoneidade destas entidades sociais católicas?

Aproveito para parabenizar o excelente, sério e justo Editorial do Jornal Diário da Região de 30/Nov/2017 "Providências, dom Tomé", o qual parafraseio : "Providências Sr Vereador e Sr Promotor". Exmos, ao que parece, nesse caso, o Tomé daqui deve receber crédito no que está denunciando, diferente daquele outro Tomé da Bíblia quando falou que não cria na ressurreição de Jesus.

Afonso Martins, Rio Preto.

Poupatempo

No sábado passado fui acompanhar a minha esposa no Poupatempo para ela revalidar a CNH. O pessoal que trabalha por lá da toda a atenção e são gentis como manda o figurino. Mas quando chegou na hora de fazer o exame de vista, aí a coisa pegou. O que era para ser um simples exame de vista, se tornou muito revoltante e desagradável, pois o médico não desligou o celular, preferiu o assunto era mais importante (gado) do que dar a devida atenção ao paciente. E também a assistente desse mesmo médico querendo ferrar com o paciente.

Saímos de lá de dentro do consultório muito desconsolados pelo atendimento oferecido. Isso também é um alerta a todas as pessoas que vão até o Poupatempo e irão passar por esses "médicos" que ficam tratando de outros assuntos que não têm nada haver com os pacientes que precisam renovar a CNH.

Newil Barbosa Dantas, Rio Preto.

Retrocesso

Fatos recentes, como a portaria sobre o trabalho escravo e a denúncia de juristas brasileiros na Corte Interamericana de Direitos Humanos por crime de intolerância contra religiões africanas apontam um evidente risco de retrocesso da sociedade brasileira em relação a valores fundamentais para nos mantermos como um estado democrático de direito.

Durante os últimos 15 anos, lideranças políticas promoveram uma verdadeira divisão na sociedade brasileira. O "nós contra eles", onde as discussões tornaram-se extremamente acirradas. Esquerda contra direita, ruralistas contra ambientalistas, ricos contra pobres, sulistas contra nortistas e por aí vai. Os debates que deveriam ocorrer em tom republicano e a favor da evolução do povo enquanto sociedade.

No caso da portaria sobre trabalho escravo, atendendo a pressões dos ruralista no Congresso Nacional e com apoios declarado do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e do ministro do Supremo , Gilmar Mendes o presidente Michel Temer a publicou.

O que mais causa perplexidade neste caso, além do preconceito e descaso, é o argumento utilizado de dar segurança jurídica aos infratores. Dar segurança jurídica a quem detém o poder econômico,a possibilidade de contratação dos melhores advogados e com direito a todos os recursos que leis brasileiras permitem, é no mínimo dissimulado por parte deles. Com sensibilidade, rapidamente o STF suspendeu a portaria,

Roberto Carlos Musegante Jr., Rio Preto.

Enchente

Estranha a declaração do Engenheiro Pedro Bacarim, responsável pelo projeto antienchente, quando ele fala da avenida Bady Bassitt com a rua Pedro Amaral. Ele alega sobre o alagamento que ocorre no local que um dos motivos seria o muro da estrada de ferro que impede o escoamento das águas. Se for assim, casa nenhuma poderia ter muros para demarcar suas divisas ou separações entre propriedades.

Senhor Bacarim, em seu projeto não deveria estar previsto obra da tal microdrenagem no referido local e no miniterminal ali existente? Apesar de toda a grandiosa obra na Bady, entre a calçada da loja de motos e o muro da ferrovia, não foi construída nenhuma galeria, igual a outras construídas ao longo da avenida Bady.

Será que consta no projeto ou, por falta de fiscalização, a construtora ignorou a construção das galerias no terminal, ao lado da loja de motos e no muro da ferrovia? Se não consta no projeto a responsabilidade é sua, e não comporta dar desculpas esfarrapadas. No terminal existem duas galerias, porém entupidas. Se desentupidas, podem melhorar o escoamento e vão diminuir em muito o alagamento.

Cláudio de Andrade, Rio Preto.

Resposta

Em resposta à carta do leitor Silvio R. A. Oliveira, a Secretaria de Obras de Rio Preto esclarece que no serviço de recape executado na tarde do dia 25/11/2017 (sábado) ocorreu o desagregamento superficial do pavimento. O problema ocorreu por causa da chuva que caiu no local do recape, antes da compactação ideal da massa asfáltica aplicada. Já acionamos a empresa responsável pela execução do serviço para que realize a remoção (fresagem) da capa asfáltica aplicada, refazendo o recape, sem ônus para a Prefeitura.

Secretaria de Obras da Prefeitura de Rio Preto.

 

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