Diário da Região

30/11/2017 - 17h43min

Painel de Ideias

Apadrinhamento afetivo

Para se inscrever no programa, e depois passar pela triagem, basta ter mais de 18 anos, com uma diferença mínima de 16 anos do afilhado, ter independência financeira e não ostentar antecedentes criminais. A inscrição para o programa se faz pela internet, a partir de um link no site da prefeitura

Divulgação Evandro Pelarin | epelarin@gmail.com
Evandro Pelarin | epelarin@gmail.com

Semana passada, nas dependências da Prefeitura Municipal, lançamos o programa de apadrinhamento afetivo, que é uma forma, prevista em lei, para que as crianças e adolescentes que estão nos abrigos municipais, sem possibilidade de retorno aos pais, possam encontrar um padrinho ou uma madrinha.

O apadrinhamento, de modo geral, consiste em estabelecer e proporcionar à criança e ao adolescente vínculos externos à instituição para fins de convivência familiar e comunitária e colaboração com o seu desenvolvimento nos aspectos social, moral, físico, cognitivo, educacional e financeiro.

O apadrinhamento afetivo, que é o programa lançado, possibilita maior convivência social e comunitária das crianças e adolescentes, pois elas podem acompanhar os padrinhos ou madrinhas em passeios, finais de semana, férias escolares, sem compromisso com a adoção ou até mesmo com a guarda judicial.

Para se inscrever no programa, e depois passar pela triagem, basta ter mais de 18 anos, com uma diferença mínima de 16 anos do afilhado, ter independência financeira e não ostentar antecedentes criminais. A inscrição para o programa se faz pela internet, a partir de um link no site da prefeitura (http://www.riopreto.sp.gov.br/), onde há um pequeno tutorial, explicações, sobre o programa (http://www.riopreto.sp.gov.br/PortalGOV/do/subportais_Show?c=166370) e, se a pessoa se interessar, já pode preencher uma ficha de inscrição diretamente no site (ttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfoyABrmcYrdQZ6lLm0jiVZLlCpStZfMGQETke2Cmr4aYyp5Q/viewform). Essas fichas são abertas diretamente pelas casas acolhedoras que, juntamente com um grupo de trabalho, convida os inscritos para a triagem e preparação.

Esse grupo é composto por profissionais e técnicos da área de humanas ligados à Prefeitura e às Universidades Unip, Unirp, Unorp, Unilago e Famerp, além do instituto de psicodrama, para que esse grupo possa fazer a triagem dos interessados e acompanhar o desenvolvimento do apadrinhamento.

Além do apadrinhamento afetivo, nós já temos aqui em execução, há um ano, os apadrinhamentos financeiro, solidário e prestador de serviço, com 16 padrinhos e apadrinhados. Com o a afetivo, fechamos nosso leque do programa geral de apadrinhamento.

Enfim, contamos com a participação de todos, daqueles que puderem nos ajudar e ser um padrinho ou madrinha de uma criança ou de um adolescente.

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